O Ecomuseu Municipal do Seixal, em parceria com o Museu de Marinha, promove passeios fluviais no Tejo, numa embarcação tradicional.
Os próximos passeios vão ocorrer nos dias 12 e 26 de Agosto.
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2 de agosto de 2009
21 de julho de 2009
Jogos Náuticos Atlânticos 2009

Os Jogos Náuticos Atlânticos 2009, com assinatura da Intercéltica, que vão ter lugar em Viana do Castelo, entre 1 e 6 de Agosto contam com o apoio das Federações Náuticas Portuguesas das modalidades envolvidas. Prevêm-se cerca de 600 participantes, oriundos das Euro-Regiões do Arco Atlântico. Durante uma semana Viana do Castelo irá viver o desporto náutico.
A INTERCÉLTICA – Associação Cultural, Desportiva e Turística, a Câmara Municipal de Viana do Castelo, a Valimar Comurb, a Câmara Municipal de Peniche, a Federação Portuguesa de Actividades Subaquáticas, a Federação Portuguesa de Canoagem, a Federação Portuguesa de Remo, a Federação Portuguesa de Surf e a Federação Portuguesa de Vela, são as entidades organizadoras dos Jogos Náuticos Atlânticos 2009.
Como já se disse neste “blog”, este evento tem a importante característica de fazer reunir, empenhadas num projecto comum, diversas federações náuticas portuguesas e vai ficar, a partir de agora, reconhecido pela Comissão do Arco Atlântico (composto por 27 Euro-Regiões).
Estes Jogos Náuticos reúnem condições para virem a crescer e tornarem-se no maior evento náutico desportivo do território do Arco Atlântico. Fiquemos atentos ao seu desenvolvimento…
A INTERCÉLTICA – Associação Cultural, Desportiva e Turística, a Câmara Municipal de Viana do Castelo, a Valimar Comurb, a Câmara Municipal de Peniche, a Federação Portuguesa de Actividades Subaquáticas, a Federação Portuguesa de Canoagem, a Federação Portuguesa de Remo, a Federação Portuguesa de Surf e a Federação Portuguesa de Vela, são as entidades organizadoras dos Jogos Náuticos Atlânticos 2009.
Como já se disse neste “blog”, este evento tem a importante característica de fazer reunir, empenhadas num projecto comum, diversas federações náuticas portuguesas e vai ficar, a partir de agora, reconhecido pela Comissão do Arco Atlântico (composto por 27 Euro-Regiões).
Estes Jogos Náuticos reúnem condições para virem a crescer e tornarem-se no maior evento náutico desportivo do território do Arco Atlântico. Fiquemos atentos ao seu desenvolvimento…
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20 de junho de 2009
Construção de um sextante
Em “posts” que publiquei aqui em 5 de Maio e 4 de Maio passados referi-me à questão do sextante nos cursos de patrão de alto mar. Continuo convicto de que se trata de um mero obstáculo se nos colocarmos na perspectiva de portugueses que queremos ir para o Oceano.
Para além da impertinência que é a questão do sextante nos cursos de alto mar, tal como persiste na legislação actual, acontece que o sextante é um objecto de aquisição muito dispendiosa. Custo elevado a acrescer aos preços elevadíssimos que as escolas de navegadores de recreio cobram pela frequência obrigatória do referido curso de patrão de alto mar.
Mesmo um sextante de plástico dos mais simples disponíveis no circuito comercial tem um custo muito elevado.
Para um navegador de recreio que pretenda fazer-se ao Oceano e que, obrigatoriamente, tem que passar pelo “filtro” absurdo do curso de patrão de alto mar tal como se encontra legislado, existe, apesar de tudo, a possibilidade de construir um sextante barato em casa, para “estudar” e “praticar” o que o curso preconiza. Basta uma caixa de CD e um CD e umas peças de Lego e o sextante constrói-se. E servirá para o que se pretende no curso. E depois de aprovado no curso, na posse da carta, o navegador lusitano poderá ir fazer a sua volta ao mundo, legalmente, sem qualquer sextante a bordo . (Levando a bordo, preferencialmente, um ou vários GPS)
Os planos para construir o sextante encontram-se aqui.
Para além da impertinência que é a questão do sextante nos cursos de alto mar, tal como persiste na legislação actual, acontece que o sextante é um objecto de aquisição muito dispendiosa. Custo elevado a acrescer aos preços elevadíssimos que as escolas de navegadores de recreio cobram pela frequência obrigatória do referido curso de patrão de alto mar.
Mesmo um sextante de plástico dos mais simples disponíveis no circuito comercial tem um custo muito elevado.
Para um navegador de recreio que pretenda fazer-se ao Oceano e que, obrigatoriamente, tem que passar pelo “filtro” absurdo do curso de patrão de alto mar tal como se encontra legislado, existe, apesar de tudo, a possibilidade de construir um sextante barato em casa, para “estudar” e “praticar” o que o curso preconiza. Basta uma caixa de CD e um CD e umas peças de Lego e o sextante constrói-se. E servirá para o que se pretende no curso. E depois de aprovado no curso, na posse da carta, o navegador lusitano poderá ir fazer a sua volta ao mundo, legalmente, sem qualquer sextante a bordo . (Levando a bordo, preferencialmente, um ou vários GPS)
Os planos para construir o sextante encontram-se aqui.
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8 de junho de 2009
Ptnauticmodel
O modelismo náutico é uma actividade, ou melhor, uma área cultural de importância relevante para todos os que se interessam pelas coisas do mar e da náutica. Relevante nas suas várias vertentes, desde os modelos estáticos (“apenas” para exposição) até aos modelos dinâmicos (os que navegam), sejam eles de embarcações já desaparecidas ou de embarcações contemporâneas (de lazer, de trabalho, militares, a remos, à vela, a motor, etc) sejam eles modelos prospectivos, de lazer ou de competição ou de investigação.
Gente do mar e modelistas náuticos são duas confrarias que partilham saberes e paixões. Muitas vezes as pessoas são as mesmas, isto é, não são exclusivamente modelistas. Aliás, pensando bem, concluo que uma pessoa com interesse pelo modelismo náutico é necessariamente uma pessoa interessada nas coisas do mar.
Tanto quanto sei, não existe em Portugal nenhum clube ou associação cujo objecto seja o modelismo náutico. Todavia existe, desde há escassos anos, um sítio na internet frequentado pela confraria portuguesa dos modelistas. Refiro-me ao ptnauticmodel. Tanto quanto percebo o pai da criança foi o Paulo Simões, que vive em Setúbal e que é um homem do estuário do Sado, um homem do mar, portanto. Bem haja por ter proporcionado este potente instrumento a todos os modelistas náuticos, portugueses e não só.
Gente do mar e modelistas náuticos são duas confrarias que partilham saberes e paixões. Muitas vezes as pessoas são as mesmas, isto é, não são exclusivamente modelistas. Aliás, pensando bem, concluo que uma pessoa com interesse pelo modelismo náutico é necessariamente uma pessoa interessada nas coisas do mar.
Tanto quanto sei, não existe em Portugal nenhum clube ou associação cujo objecto seja o modelismo náutico. Todavia existe, desde há escassos anos, um sítio na internet frequentado pela confraria portuguesa dos modelistas. Refiro-me ao ptnauticmodel. Tanto quanto percebo o pai da criança foi o Paulo Simões, que vive em Setúbal e que é um homem do estuário do Sado, um homem do mar, portanto. Bem haja por ter proporcionado este potente instrumento a todos os modelistas náuticos, portugueses e não só.
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Cultura
6 de junho de 2009
Portugal vice-campeão mundial de fotografia subaquática
No Campeonato Mundial de Fotografia Subaquática que decorreu na Coreia (Ilha de Jeju) nos dias 3 e 4 de Junho, Portugal sagrou-se vice-campeão mundial.
Portugal representado pelas equipas Rui Guerra/Susana Silva (5º geral individual) e Manuel Silva/Ana Gomes (8º geral individual) sagrou-se Vice-campeão mundial logo a seguir à vizinha Espanha, campeã mundial.
Rui Guerra venceu na categoria "grande angular com mergulhador" e foi terceiro na categoria "grande angular".
Manuel Silva obteve a prata na categoria "peixes".
Participaram 16 países, representados por 25 equipas.
Esta notícia sensibiliza-me por dois motivos:
- O primeiro é o facto de traduzir um sucesso para portugueses do mar;
- O segundo é o facto de me avivar a grata recordação da minha participação no campeonato nacional da modalidade em 2003, em Sesimbra. O único em que concorri. Fi-lo como "outsider", para resolver na hora o problema da falta de parelha de um Manuel Silva... nunca mais nos encontrámos... penso que será o mesmo. Naquele ano "fomos" vice-campeões nacionais com as fotos que o "ajudei" a fazer...
Portugal representado pelas equipas Rui Guerra/Susana Silva (5º geral individual) e Manuel Silva/Ana Gomes (8º geral individual) sagrou-se Vice-campeão mundial logo a seguir à vizinha Espanha, campeã mundial.
Rui Guerra venceu na categoria "grande angular com mergulhador" e foi terceiro na categoria "grande angular".
Manuel Silva obteve a prata na categoria "peixes".
Participaram 16 países, representados por 25 equipas.
Esta notícia sensibiliza-me por dois motivos:
- O primeiro é o facto de traduzir um sucesso para portugueses do mar;
- O segundo é o facto de me avivar a grata recordação da minha participação no campeonato nacional da modalidade em 2003, em Sesimbra. O único em que concorri. Fi-lo como "outsider", para resolver na hora o problema da falta de parelha de um Manuel Silva... nunca mais nos encontrámos... penso que será o mesmo. Naquele ano "fomos" vice-campeões nacionais com as fotos que o "ajudei" a fazer...
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3 de junho de 2009
Democraticidade e disfuncionalidade
Num “post” que publiquei no passado dia 26 de Maio, referi-me à necessidade de as federações desportivas nacionais produzirem novos estatutos até 26 de Julho de 2009 a fim de se adaptarem ao novo regime jurídico que as enquadra. Referi também o bom exemplo da Federação Portuguesa de Canoagem que logo em Janeiro do corrente ano adaptou os seus estatutos.
Diversas federações de desportos náuticos estão actualmente a trabalhar no assunto, entre elas a Federação Portuguesa de Vela (FPV) cuja Direcção divulgou agora na internet um projecto para os necessários novos estatutos.
A FPV tem sofrido de uma disfuncionalidade orgânica interna desde o início dos anos 90 do século passado que consiste no facto de, na sua Assembleia Geral, votarem simultaneamente os clubes e os agrupamentos de clubes de que aqueles são obrigatoriamente sócios. Assim, os agrupamentos de clubes não têm representado eficazmente os seus membros na Assembleia Geral uma vez que estes, per si, votam simultaneamente na mesma Assembleia.
As federações desportivas nacionais de desportos náuticos têm um papel determinante a desempenhar no âmbito da Estratégia Nacional para o Mar e a responsabilização e participação democrática da sociedade civil são, evidentemente, factores determinantes no êxito desta estratégia. Estamos assim num momento importante no respeitante à potenciação de sinergias nas federações náuticas, quando o objectivo é levar Portugal para o mar.
Pena é que o referido projecto de actualização dos estatutos da FPV se situe de forma retrógrada neste contexto quando pretende dar continuidade, sob nova forma, à disfuncionalidade que referi.
Diversas federações de desportos náuticos estão actualmente a trabalhar no assunto, entre elas a Federação Portuguesa de Vela (FPV) cuja Direcção divulgou agora na internet um projecto para os necessários novos estatutos.
A FPV tem sofrido de uma disfuncionalidade orgânica interna desde o início dos anos 90 do século passado que consiste no facto de, na sua Assembleia Geral, votarem simultaneamente os clubes e os agrupamentos de clubes de que aqueles são obrigatoriamente sócios. Assim, os agrupamentos de clubes não têm representado eficazmente os seus membros na Assembleia Geral uma vez que estes, per si, votam simultaneamente na mesma Assembleia.
As federações desportivas nacionais de desportos náuticos têm um papel determinante a desempenhar no âmbito da Estratégia Nacional para o Mar e a responsabilização e participação democrática da sociedade civil são, evidentemente, factores determinantes no êxito desta estratégia. Estamos assim num momento importante no respeitante à potenciação de sinergias nas federações náuticas, quando o objectivo é levar Portugal para o mar.
Pena é que o referido projecto de actualização dos estatutos da FPV se situe de forma retrógrada neste contexto quando pretende dar continuidade, sob nova forma, à disfuncionalidade que referi.
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31 de maio de 2009
Portisub
No passado dia 21 de Maio, o Portisub (Clube Subaquático de Portimão) realizou uma sessão de baptismos de mergulho tendo como alvo alunos e alunas de escolas daquela zona do país. Bem hajam por esta iniciativa.
De facto, se pretendemos que Portugal se torne um país de gente do mar, um país no Atlântico, o caminho passa necessariamente pela realização de acções como esta.
Importa levar toda população escolar, prioritariamente a do primeiro ciclo do ensino básico, a sessões de baptismos de mar, não só no âmbito das actividades subaquáticas mas também, por exemplo, no âmbito da canoagem, do remo, da vela, do surf, da pesca desportiva de alto mar e, inclusivamente, da natação.
De facto, se pretendemos que Portugal se torne um país de gente do mar, um país no Atlântico, o caminho passa necessariamente pela realização de acções como esta.
Importa levar toda população escolar, prioritariamente a do primeiro ciclo do ensino básico, a sessões de baptismos de mar, não só no âmbito das actividades subaquáticas mas também, por exemplo, no âmbito da canoagem, do remo, da vela, do surf, da pesca desportiva de alto mar e, inclusivamente, da natação.
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30 de maio de 2009
Aquicultura na baía de Cascais
Pelo que se ouve entre a gente do mar, existe um projecto de instalação de uma estrutura de aquicultura na baía de Cascais. O assunto, pelo que me é dado observar, é também alvo da atenção da Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto (SEJD), do Instituto do Desporto de Portugal (IDP) e da Estrutura de Missão para os Assuntos do Mar (EMAM). Recentemente, durante o III Seminário Internacional de Náutica de Recreio e Desenvolvimento Local, Miguel Sequeira, (responsável pela EMAM) abordou o assunto referindo que haveria que ponderar a viabilidade da execução do projecto uma vez que o mesmo poderia prejudicar ou inviabilizar a realização de regatas naquela baía.
Regozijo-me pelo facto de estas três instituições surgirem preocupadas com a prática da náutica de recreio, neste caso mais concretamente com a vela de competição. Do que tenho ouvido, quase que se poderia concluir que o projecto não é pertinente pelo prejuízo ou transtorno provocado aos velejadores. Ora, o mar é muito vasto e são conhecidos diversos locais por este mundo onde a náutica de recreio, a vela de competição e a aquicultura coexistem pacífica e harmoniosamente. Muito provavelmente também poderá ser assim em Cascais. Tenho dúvidas de que esteja na mente dos velejadores “inviabilizar” o projecto. Importaria então, desde já, atendendo à importância do envolvimento da sociedade local (responsabilização, participação, democraticidade…) saber-se da opinião daqueles que já estão praticamente a ser apontados como “protagonistas”, isto é, os velejadores. E, no caso, qual é a instituição que reúne os velejadores? O Clube Naval de Cascais, evidentemente.
Regozijo-me pelo facto de estas três instituições surgirem preocupadas com a prática da náutica de recreio, neste caso mais concretamente com a vela de competição. Do que tenho ouvido, quase que se poderia concluir que o projecto não é pertinente pelo prejuízo ou transtorno provocado aos velejadores. Ora, o mar é muito vasto e são conhecidos diversos locais por este mundo onde a náutica de recreio, a vela de competição e a aquicultura coexistem pacífica e harmoniosamente. Muito provavelmente também poderá ser assim em Cascais. Tenho dúvidas de que esteja na mente dos velejadores “inviabilizar” o projecto. Importaria então, desde já, atendendo à importância do envolvimento da sociedade local (responsabilização, participação, democraticidade…) saber-se da opinião daqueles que já estão praticamente a ser apontados como “protagonistas”, isto é, os velejadores. E, no caso, qual é a instituição que reúne os velejadores? O Clube Naval de Cascais, evidentemente.
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28 de maio de 2009
O civismo e o Seminário do Seixal
Na manhã de 22 de Maio, no III Seminário Internacional de Náutica de Recreio e Desenvolvimento Regional, decorreu um painel sobre “Planeamento e Gestão de Infra-estruturas de Apoio à Náutica de Recreio”.
No período de debate e reflexão acerca do tema, tendo sido abordada a questão da quase inexistência de rampas de varadouro de acesso livre no estuário do Tejo, ouviu-se a Presidente do Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (Natércia Cabral) afirmar que, sem prejuízo de reconhecer a necessidade da instalação de rampas, entende que as mesmas não devem ter livre acesso, devendo o acesso ser gerido e controlado por instituições credíveis, dada a falta de civismo que se constata no público em geral.
Fico sem palavras… não sei o que dizer…excepto talvez que, muito provavelmente, não estamos perante uma mulher do mar.
Entretanto ocorre-me o comentário de um amigo, velejador, que ao tomar conhecimento desta posição da Presidente do IPTM me disse que, se a tutela das estradas portuguesas alinhasse pelos mesmos princípios, então não deveria haver estradas de livre acesso ao cidadão contribuinte.
No período de debate e reflexão acerca do tema, tendo sido abordada a questão da quase inexistência de rampas de varadouro de acesso livre no estuário do Tejo, ouviu-se a Presidente do Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (Natércia Cabral) afirmar que, sem prejuízo de reconhecer a necessidade da instalação de rampas, entende que as mesmas não devem ter livre acesso, devendo o acesso ser gerido e controlado por instituições credíveis, dada a falta de civismo que se constata no público em geral.
Fico sem palavras… não sei o que dizer…excepto talvez que, muito provavelmente, não estamos perante uma mulher do mar.
Entretanto ocorre-me o comentário de um amigo, velejador, que ao tomar conhecimento desta posição da Presidente do IPTM me disse que, se a tutela das estradas portuguesas alinhasse pelos mesmos princípios, então não deveria haver estradas de livre acesso ao cidadão contribuinte.
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26 de maio de 2009
Federação Portuguesa de Canoagem, pioneira no novo regime jurídico
No Diário da República de 26 de Janeiro de 2009 foi publicado o Despacho n.º 3203/2009, de 14 de Janeiro, de Sua Excelência o Secretário de Estado da Juventude e do Desporto, (Laurentino Dias) que fixou a lista das modalidades desportivas colectivas e das individuais, nos termos e para os efeitos do disposto no n.º 3 do artigo 26.º e no artigo 64.º, ambos do Decreto-Lei n.º 248-B/2008, de 31 de Dezembro. Deste modo foi fixada a data a partir da qual se conta o prazo de seis meses para adaptação dos estatutos das federações desportivas às normas do actual regime jurídico que as enquadra, prazo este que termina no próximo dia 26 de Julho, sob pena de as federações perderem o estatuto de utilidade pública desportiva.
Estou recordado de uma declaração de Laurentino Dias, a propósito do novo regime jurídico das federações: “…este diploma permite que todos os assuntos de uma federação sejam discutidos de forma mais aberta e transparente…”.
Tanto quanto sei, de entre as federações náuticas, a Federação Portuguesa de Canoagem foi a primeira a proceder à necessária alteração dos estatutos. Fê-lo em 31 de Janeiro passado. Estamos assim perante uma federação empenhada em ter os seus assuntos discutidos de forma mais aberta e transparente. Um bom exemplo para as federações em geral e designadamente para as federações de desportos náuticos, dada a existência de várias características comuns entre estas, para além do facto de terem ficado classificadas como federações de modalidades individuais.
Estou recordado de uma declaração de Laurentino Dias, a propósito do novo regime jurídico das federações: “…este diploma permite que todos os assuntos de uma federação sejam discutidos de forma mais aberta e transparente…”.
Tanto quanto sei, de entre as federações náuticas, a Federação Portuguesa de Canoagem foi a primeira a proceder à necessária alteração dos estatutos. Fê-lo em 31 de Janeiro passado. Estamos assim perante uma federação empenhada em ter os seus assuntos discutidos de forma mais aberta e transparente. Um bom exemplo para as federações em geral e designadamente para as federações de desportos náuticos, dada a existência de várias características comuns entre estas, para além do facto de terem ficado classificadas como federações de modalidades individuais.
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25 de maio de 2009
VELA sem voz no seminário do Seixal
Participei no III Seminário de Náutica de Recreio e Desenvolvimento Local, que decorreu no Seixal, em 21 e 22 de Maio, organizado pela Câmara Municipal do Seixal em parceria com a Universidade Nova de Lisboa. Tal como nos anteriores seminários foram apresentadas comunicações muito interessantes para todos aqueles que se encontrem envolvidos na temática em questão. Voltarei ao assunto.
Mas, desde o início do evento, um aspecto me entristeceu. Refiro-me à ausência do Presidente da Federação Portuguesa de Vela. Efectivamente, se há federação desportiva nacional a quem a temática em agenda diga também respeito, essa federação é a de vela. Isto, sem prejuízo de outras federações cujas modalidades também estão envolvidas como se viu, aliás, no decurso do próprio seminário.
Para os menos informados esclareço que o referido dirigente exerce o seu cargo profissionalmente, a tempo inteiro. Estranhei a ausência, que me entristeceu sobretudo porque, se tivesse participado, teria tido várias oportunidades de intervir nos trabalhos, como voz dos praticantes de vela em Portugal, expondo pontos de vista e preocupações destes, no âmbito da náutica de recreio e do desenvolvimento local.
Mas, desde o início do evento, um aspecto me entristeceu. Refiro-me à ausência do Presidente da Federação Portuguesa de Vela. Efectivamente, se há federação desportiva nacional a quem a temática em agenda diga também respeito, essa federação é a de vela. Isto, sem prejuízo de outras federações cujas modalidades também estão envolvidas como se viu, aliás, no decurso do próprio seminário.
Para os menos informados esclareço que o referido dirigente exerce o seu cargo profissionalmente, a tempo inteiro. Estranhei a ausência, que me entristeceu sobretudo porque, se tivesse participado, teria tido várias oportunidades de intervir nos trabalhos, como voz dos praticantes de vela em Portugal, expondo pontos de vista e preocupações destes, no âmbito da náutica de recreio e do desenvolvimento local.
O último refúgio
Gente do mar relacionada com o Clube Naval Setubalense concretizou o projecto de estudo e reconstrução do Hiate de Setúbal. Acabaram por construir uma réplica. Bem hajam por toda esta iniciativa de que podemos ver o relato no filme documentário que fizeram: "O último refúgio" .
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19 de maio de 2009
Factor de desenvolvimento
A Intercéltica vai fazer a apresentação do estudo "A Náutica como Factor de Desenvolvimento da Região Norte". A sessão de apresentação vai decorrer na sala Couto Viana da Biblioteca Municipal da Câmara Municipal de Viana do Castelo, no dia 21 de Maio, às 21.30 . Estou, naturalmente, com muita curiosidade em conhecer os resultados deste estudo cuja realização, em boa hora, a Intercéltica promoveu.
No entanto, não vou poder comparecer na referida sessão, dada a coincidência com o III Seminário Internacional sobre Náutica de Recreio e Desenvolvimento Local, em que vou participar e que decorrerá no Seixal.
Deixo as minhas saudações náuticas ao Guilherme Guimarães e ao João Zamith, grandes mentores e entusiastas do louvável projecto da Intercéltica.
No entanto, não vou poder comparecer na referida sessão, dada a coincidência com o III Seminário Internacional sobre Náutica de Recreio e Desenvolvimento Local, em que vou participar e que decorrerá no Seixal.
Deixo as minhas saudações náuticas ao Guilherme Guimarães e ao João Zamith, grandes mentores e entusiastas do louvável projecto da Intercéltica.
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16 de maio de 2009
Mar e autarcas
Realiza-se nos próximos dias 21, 22 e 23 de Maio, no Auditório Municipal do Seixal, o III Seminário Internacional de Náutica de Recreio e Desenvolvimento Local, organizado pela Câmara Municipal do Seixal em parceria com a Universidade Nova de Lisboa, através do Instituto de Dinâmica do Espaço. Trata-se de uma louvável iniciativa que, para além de constituir um contributo para o conhecimento de meios e de estratégias de desenvolvimento local também se poderá constituir como um contributo para a melhoria das condições de acesso do cidadão português ao mar, tanto mais quanto mais sejam efectivamente ali abordadas questões relacionadas com a criação de infra-estruturas necessárias para a prática de desportos náuticos.
Como se sabe, as referidas infra-estruturas são ainda em quantidade muito insuficiente no estuário do Tejo e praticamente inexistentes na margem esquerda, designadamente no concelho do Seixal e concelhos ribeirinhos vizinhos.
Como se sabe, as referidas infra-estruturas são ainda em quantidade muito insuficiente no estuário do Tejo e praticamente inexistentes na margem esquerda, designadamente no concelho do Seixal e concelhos ribeirinhos vizinhos.
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13 de maio de 2009
Baptismos de mergulho (alteração de data)
Recebi a informação de que a data de realização da sessão de baptismos de mergulho a que me referi no post de 9 de Maio foi alterada de 14 de Maio (amanhã), para 20 de Maio, na mesma às 19.30 e no mesmo local.
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9 de maio de 2009
Baptismos de mergulho gratuitos
Os interessados e interessadas em experimentar mergulhar com escafandro autónomo podem fazê-lo gratuitamente no próximo dia 14 de Maio às 19.30 horas, em Lisboa, na piscina do Instituto Superior Técnico. Basta aparecer!!
Trata-se de uma iniciativa que me foi comunicada pela Haliotis. Bem hajam estas iniciativas que visam, se pensarmos bem, dar a conhecer o mar aos portugueses e também levá-los para o mar.
Trata-se de uma iniciativa que me foi comunicada pela Haliotis. Bem hajam estas iniciativas que visam, se pensarmos bem, dar a conhecer o mar aos portugueses e também levá-los para o mar.
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6 de maio de 2009
Plataforma Continental de Portugal
Portugal vai apresentar uma proposta de extensão da sua Plataforma Continental, para além das actuais 200 milhas náuticas, à Comissão de Limites da Plataforma Continental. A data limite estabelecida para aceitação deste tipo de proposta é a de 13 de Maio (o próximo 13 de Maio). Trata-se até de uma data auspiciosa para a proposta de Portugal…
Oxalá a proposta, preparada pela Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental obtenha êxito...
Mas, se houver êxito, vai também ser muito conveniente, para não dizer necessário, transformar Portugal num país de homens e mulheres do mar, de pessoas que tenham a cultura do mar, que saibam “viver” o mar.
Haverá que educar as portuguesas e os portugueses para o mar… e logo de pequeninos.
Lá diz a sabedoria popular que “de pequenino é que se torce o pepino”.
Oxalá a proposta, preparada pela Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental obtenha êxito...
Mas, se houver êxito, vai também ser muito conveniente, para não dizer necessário, transformar Portugal num país de homens e mulheres do mar, de pessoas que tenham a cultura do mar, que saibam “viver” o mar.
Haverá que educar as portuguesas e os portugueses para o mar… e logo de pequeninos.
Lá diz a sabedoria popular que “de pequenino é que se torce o pepino”.
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1 de maio de 2009
Argus
O Argus foi um dos mais emblemáticos lugres bacalhoeiros da frota branca portuguesa.
Após o final da sua vida como barco de pesca português, viveu como veleiro de “charter” nas Caraíbas. Até agora…
Efectivamente, no âmbito de um projecto semelhante ao do “Santa Maria Manuela” (o Creoula, o Santa Maria Manuela e o Argus são barcos irmãos) regressou recentemente a Portugal e vai ser restaurado para a sua traça original.
Bem hajam todos os envolvidos neste projecto. Trata-se de uma memória viva da história náutica portuguesa e, por outro lado, espero que seja um meio para levar os portugueses para o mar.
Após o final da sua vida como barco de pesca português, viveu como veleiro de “charter” nas Caraíbas. Até agora…
Efectivamente, no âmbito de um projecto semelhante ao do “Santa Maria Manuela” (o Creoula, o Santa Maria Manuela e o Argus são barcos irmãos) regressou recentemente a Portugal e vai ser restaurado para a sua traça original.
Bem hajam todos os envolvidos neste projecto. Trata-se de uma memória viva da história náutica portuguesa e, por outro lado, espero que seja um meio para levar os portugueses para o mar.
30 de abril de 2009
Os Jogos Atlânticos estão quase aí
Filme de apresentação dos Jogos Atlânticos que vão decorrer em Portugal, de 1 a 6 de Agosto do corrente ano:
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29 de abril de 2009
Passeios no Tejo
O Ecomuseu Municipal do Seixal em parceria com o Museu de Marinha, promove passeios fluviais no rio Tejo em embarcações tradicionais.
Trata-se de uma iniciativa interessante que indubitavelmente contribui para divulgar a cultura do mar entre os portugueses e também para levar os portugueses para o mar.
Visitar o Museu de Marinha e velejar no estuário do Tejo são, com certeza, actividades próprias de cidadãos de um país dito “país de marinheiros”.
Se existisse um Centro Náutico Municipal da cidade de Lisboa, esta deveria ser uma das actividades proporcionadas por esse Centro mas, não existindo esse Centro, esta é uma boa hipótese de o cidadão contribuinte viver a história e a experiência da navegação no estuário do Tejo.
Trata-se de uma iniciativa interessante que indubitavelmente contribui para divulgar a cultura do mar entre os portugueses e também para levar os portugueses para o mar.
Visitar o Museu de Marinha e velejar no estuário do Tejo são, com certeza, actividades próprias de cidadãos de um país dito “país de marinheiros”.
Se existisse um Centro Náutico Municipal da cidade de Lisboa, esta deveria ser uma das actividades proporcionadas por esse Centro mas, não existindo esse Centro, esta é uma boa hipótese de o cidadão contribuinte viver a história e a experiência da navegação no estuário do Tejo.
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