Apercebi-me apenas hoje, mas mais vale tarde do que nunca, como diz o ditado:
Apercebi-me de que uma equipa de estudantes e investigadores da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) e da Unidade de Robótica e Sistemas Inteligentes (ROBIS) do INESC TEC conquistou dois títulos no Campeonato Mundial de Veleiros Robóticos que decorreu de 2 a 6 de Setembro de 2013 na França, em Brest.
Parabéns e bem hajam!
Podemos saber mais detalhes aqui .
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6 de outubro de 2013
3 de agosto de 2009
O veleiro do futuro

“L’aile d’eau – Réflexion pour un voilier sans masse” é o título deste trabalho, que eu traduziria por “A asa aquática – reflexão sobre um veleiro sem massa”. Trabalho interessantíssimo de Luc Armant que, efectivamente, já nos apresentou um modelo perfeitamente funcional do veleiro sem massa (Ver o “post” de 22 de Abril de 2009 "O futuro já não é como antigamente", aqui no Portugalpromar).
Fica aqui a oferta do livro. Basta fazer o respectivo “download” do sítio onde se encontra e imprimi-lo ou, melhor ainda, para não gastar árvores desnecessariamente, lê-lo em formato digital. (Tem um índice interactivo e tudo!).
Leitura importante para qualquer velejador que se preze, ou para gente do mar, ou para modelistas náuticos, ou para quem se interesse por aerodinâmica ou hidrodinâmica, ou quem se interesse pelo futuro em geral…
Está em francês (Luc Armant é francês…). Paciência… quem não souber francês vê os bonecos, que são muitos e muito esclarecedores…
Fica aqui a oferta do livro. Basta fazer o respectivo “download” do sítio onde se encontra e imprimi-lo ou, melhor ainda, para não gastar árvores desnecessariamente, lê-lo em formato digital. (Tem um índice interactivo e tudo!).
Leitura importante para qualquer velejador que se preze, ou para gente do mar, ou para modelistas náuticos, ou para quem se interesse por aerodinâmica ou hidrodinâmica, ou quem se interesse pelo futuro em geral…
Está em francês (Luc Armant é francês…). Paciência… quem não souber francês vê os bonecos, que são muitos e muito esclarecedores…
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29 de julho de 2009
António Costa versus Santana Lopes
Anteontem, debate na televisão entre os dois candidatos à presidência da autarquia de Lisboa. Por acaso vi e ouvi.
Não sei quê dos parques de estacionamento, não sei quê do trânsito, não sei quê do Parque Mayer, não sei quê das linhas de metropolitano, não sei quê do túnel do Marquês, não sei quê das obras do Terreiro do Paço, não sei quê de um café que vai fechar no Terreiro do Paço, não sei quê do aeroporto de Lisboa, não sei quê da terceira ponte sobre o Tejo, não sei quê de carreiras de autocarros, não sei quê do parque de contentores de Alcântara, não sei quê das dívidas da Câmara, etc, etc…
Pergunto:
E o acesso dos munícipes ao Tejo e ao mar? (que não em termos contemplativos)
E a actividade náutica e marítima de Lisboa?
Concluo:
Santana Lopes e António Costa não são, seguramente, gente do mar e, como tal, não estão preocupados com a vocação marítima dos lisboetas, ou até dos portugueses em geral
Não sei quê dos parques de estacionamento, não sei quê do trânsito, não sei quê do Parque Mayer, não sei quê das linhas de metropolitano, não sei quê do túnel do Marquês, não sei quê das obras do Terreiro do Paço, não sei quê de um café que vai fechar no Terreiro do Paço, não sei quê do aeroporto de Lisboa, não sei quê da terceira ponte sobre o Tejo, não sei quê de carreiras de autocarros, não sei quê do parque de contentores de Alcântara, não sei quê das dívidas da Câmara, etc, etc…
Pergunto:
E o acesso dos munícipes ao Tejo e ao mar? (que não em termos contemplativos)
E a actividade náutica e marítima de Lisboa?
Concluo:
Santana Lopes e António Costa não são, seguramente, gente do mar e, como tal, não estão preocupados com a vocação marítima dos lisboetas, ou até dos portugueses em geral
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15 de julho de 2009
O Kiteboard ou Kitesurf e a Federação Portuguesa de Vela
Dentro de muito pouco tempo (semanas?, meses?) vai colocar-se a questão de ter que estabelecer-se qual a entidade desportiva nacional a quem competirá a tutela ou coordenação do kiteboarding, mais concretamente a tutela e coordenação do quadro competitivo nacional desta modalidade.
Ora, o kiteboard (ou kitesurf) não é mais do que uma das especificidades da VELA. Velejar com kites (ou papagaios, falando português) nem sequer é uma actividade de nascimento muito recente, dado que acontece desde o início do século XX.
Parece que em Portugal há quem tenha dúvidas de que se trata de VELA. Recordemos alguns factos:
- A travessia do Atlântico Norte realizada por Anne Quéméré em 2006;
- Os navios mercantes que actualmente fazem travessias regulares utilizando Kites;
- O Kiteboarding (enquanto modalidade de competição) está integrado na International Sailing Federation (ISAF) que é a Federação Internacional em que está filiada a Federação Portuguesa de Vela;
- A Federação Portuguesa de Vela (UPD) é a entidade reconhecida pelo Estado como autoridade nacional para a VELA desportiva e, de acordo com a legislação em vigor, não pode haver, reconhecida pelo Estado, mais do que uma federação nacional desportiva com esta competência.
Assim sendo, parece-me que não deverá haver dúvida em integrar o Kiteboarding na Federação Portuguesa de Vela, no respeitante à sua prática desportiva formal em território português
Ora, o kiteboard (ou kitesurf) não é mais do que uma das especificidades da VELA. Velejar com kites (ou papagaios, falando português) nem sequer é uma actividade de nascimento muito recente, dado que acontece desde o início do século XX.
Parece que em Portugal há quem tenha dúvidas de que se trata de VELA. Recordemos alguns factos:
- A travessia do Atlântico Norte realizada por Anne Quéméré em 2006;
- Os navios mercantes que actualmente fazem travessias regulares utilizando Kites;
- O Kiteboarding (enquanto modalidade de competição) está integrado na International Sailing Federation (ISAF) que é a Federação Internacional em que está filiada a Federação Portuguesa de Vela;
- A Federação Portuguesa de Vela (UPD) é a entidade reconhecida pelo Estado como autoridade nacional para a VELA desportiva e, de acordo com a legislação em vigor, não pode haver, reconhecida pelo Estado, mais do que uma federação nacional desportiva com esta competência.
Assim sendo, parece-me que não deverá haver dúvida em integrar o Kiteboarding na Federação Portuguesa de Vela, no respeitante à sua prática desportiva formal em território português
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1 de julho de 2009
Kitesurf ou Kiteboard em Portugal
Num texto que publiquei aqui no dia 14 de Maio de 2009, intitulado “Confraria das Federações Náuticas” referi-me a dez federações desportivas nacionais respeitantes a modalidades náuticas. Não fiz referência a nenhuma Federação Portuguesa de Kitesurf ou Federação Nacional de Kitesurf (ou de Kiteboard). Tal facto deve-se à não existência de uma federação nacional que abranja esta modalidade, reconhecida pela tutela como tal, com o Estatuto de Utilidade Pública Desportiva. (As dez federações que referi têm o estatuto de Utilidade Pública Desportiva).
Não quer isto dizer que não existam praticantes de kitesurf no país. Eles existem e são vistos nas praias de todas as costas nacionais. E ninguém terá dúvidas de que se trata de um desporto náutico. Por outro lado já existe alguma controvérsia quanto a definir-se onde é que “encaixa” esta modalidade sob o ponto de vista da orgânica desportiva nacional. Inclusivamente já houve quem sustentasse que se trata de uma modalidade do âmbito da Federação Portuguesa de Voo Livre.
Ora o “Kite” ou “papagaio”, se quisermos falar português, é utilizado desde longa data como meio de propulsão de uma embarcação utilizando a energia do vento. Desde Kayaks e pranchas que fizeram travessias oceânicas, até navios mercantes que actualmente o utilizam na sua actividade normal de transportes intercontinentais.
Estamos, portanto, a falar de VELA. Deste modo, nem que seja pela simples ordem lógica das coisas, se um destes dias se tratar de o Kitesurf ter enquadramento federativo nacional, pela natureza da actividade e pelo meio em que se realiza, esse enquadramento deveria ser na Federação Portuguesa de Vela. Vêm à memória análogas dúvidas em relação ao “windsurf” ou “prancha à vela”, no início da década de setenta do século passado. A prancha à vela ficou enquadrada pela Federação Portuguesa de Vela e, a partir daí, não houve qualquer controvérsia.
Não quer isto dizer que não existam praticantes de kitesurf no país. Eles existem e são vistos nas praias de todas as costas nacionais. E ninguém terá dúvidas de que se trata de um desporto náutico. Por outro lado já existe alguma controvérsia quanto a definir-se onde é que “encaixa” esta modalidade sob o ponto de vista da orgânica desportiva nacional. Inclusivamente já houve quem sustentasse que se trata de uma modalidade do âmbito da Federação Portuguesa de Voo Livre.
Ora o “Kite” ou “papagaio”, se quisermos falar português, é utilizado desde longa data como meio de propulsão de uma embarcação utilizando a energia do vento. Desde Kayaks e pranchas que fizeram travessias oceânicas, até navios mercantes que actualmente o utilizam na sua actividade normal de transportes intercontinentais.
Estamos, portanto, a falar de VELA. Deste modo, nem que seja pela simples ordem lógica das coisas, se um destes dias se tratar de o Kitesurf ter enquadramento federativo nacional, pela natureza da actividade e pelo meio em que se realiza, esse enquadramento deveria ser na Federação Portuguesa de Vela. Vêm à memória análogas dúvidas em relação ao “windsurf” ou “prancha à vela”, no início da década de setenta do século passado. A prancha à vela ficou enquadrada pela Federação Portuguesa de Vela e, a partir daí, não houve qualquer controvérsia.
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30 de maio de 2009
Aquicultura na baía de Cascais
Pelo que se ouve entre a gente do mar, existe um projecto de instalação de uma estrutura de aquicultura na baía de Cascais. O assunto, pelo que me é dado observar, é também alvo da atenção da Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto (SEJD), do Instituto do Desporto de Portugal (IDP) e da Estrutura de Missão para os Assuntos do Mar (EMAM). Recentemente, durante o III Seminário Internacional de Náutica de Recreio e Desenvolvimento Local, Miguel Sequeira, (responsável pela EMAM) abordou o assunto referindo que haveria que ponderar a viabilidade da execução do projecto uma vez que o mesmo poderia prejudicar ou inviabilizar a realização de regatas naquela baía.
Regozijo-me pelo facto de estas três instituições surgirem preocupadas com a prática da náutica de recreio, neste caso mais concretamente com a vela de competição. Do que tenho ouvido, quase que se poderia concluir que o projecto não é pertinente pelo prejuízo ou transtorno provocado aos velejadores. Ora, o mar é muito vasto e são conhecidos diversos locais por este mundo onde a náutica de recreio, a vela de competição e a aquicultura coexistem pacífica e harmoniosamente. Muito provavelmente também poderá ser assim em Cascais. Tenho dúvidas de que esteja na mente dos velejadores “inviabilizar” o projecto. Importaria então, desde já, atendendo à importância do envolvimento da sociedade local (responsabilização, participação, democraticidade…) saber-se da opinião daqueles que já estão praticamente a ser apontados como “protagonistas”, isto é, os velejadores. E, no caso, qual é a instituição que reúne os velejadores? O Clube Naval de Cascais, evidentemente.
Regozijo-me pelo facto de estas três instituições surgirem preocupadas com a prática da náutica de recreio, neste caso mais concretamente com a vela de competição. Do que tenho ouvido, quase que se poderia concluir que o projecto não é pertinente pelo prejuízo ou transtorno provocado aos velejadores. Ora, o mar é muito vasto e são conhecidos diversos locais por este mundo onde a náutica de recreio, a vela de competição e a aquicultura coexistem pacífica e harmoniosamente. Muito provavelmente também poderá ser assim em Cascais. Tenho dúvidas de que esteja na mente dos velejadores “inviabilizar” o projecto. Importaria então, desde já, atendendo à importância do envolvimento da sociedade local (responsabilização, participação, democraticidade…) saber-se da opinião daqueles que já estão praticamente a ser apontados como “protagonistas”, isto é, os velejadores. E, no caso, qual é a instituição que reúne os velejadores? O Clube Naval de Cascais, evidentemente.
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7 de maio de 2009
Remadores oceânicos
Actualmente há registo de remadores oceânicos (homens e mulheres) dos seguintes países:
Reino Unido, França, Estados Unidos da América, Noruega, África do Sul, Espanha, Rússia, Brasil, Bélgica, Nova Zelândia, Austrália, Dinamarca, Holanda, Ucrânia, Alemanha, Suíça, Irlanda, China, Hungria, Barbados, Zimbabwe, Canada, Guatemala, Itália, Turquia, Argentina, Índia, Guiana, Ilhas Faroé.
Como se vê, Portugal não consta na lista.
Interrogo-me o seguinte:
- Se Portugal é um país de marinheiros, então porque é que não consta nesta lista??
Reino Unido, França, Estados Unidos da América, Noruega, África do Sul, Espanha, Rússia, Brasil, Bélgica, Nova Zelândia, Austrália, Dinamarca, Holanda, Ucrânia, Alemanha, Suíça, Irlanda, China, Hungria, Barbados, Zimbabwe, Canada, Guatemala, Itália, Turquia, Argentina, Índia, Guiana, Ilhas Faroé.
Como se vê, Portugal não consta na lista.
Interrogo-me o seguinte:
- Se Portugal é um país de marinheiros, então porque é que não consta nesta lista??
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6 de maio de 2009
Plataforma Continental de Portugal
Portugal vai apresentar uma proposta de extensão da sua Plataforma Continental, para além das actuais 200 milhas náuticas, à Comissão de Limites da Plataforma Continental. A data limite estabelecida para aceitação deste tipo de proposta é a de 13 de Maio (o próximo 13 de Maio). Trata-se até de uma data auspiciosa para a proposta de Portugal…
Oxalá a proposta, preparada pela Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental obtenha êxito...
Mas, se houver êxito, vai também ser muito conveniente, para não dizer necessário, transformar Portugal num país de homens e mulheres do mar, de pessoas que tenham a cultura do mar, que saibam “viver” o mar.
Haverá que educar as portuguesas e os portugueses para o mar… e logo de pequeninos.
Lá diz a sabedoria popular que “de pequenino é que se torce o pepino”.
Oxalá a proposta, preparada pela Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental obtenha êxito...
Mas, se houver êxito, vai também ser muito conveniente, para não dizer necessário, transformar Portugal num país de homens e mulheres do mar, de pessoas que tenham a cultura do mar, que saibam “viver” o mar.
Haverá que educar as portuguesas e os portugueses para o mar… e logo de pequeninos.
Lá diz a sabedoria popular que “de pequenino é que se torce o pepino”.
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26 de abril de 2009
Liberdade
A legislação respeitante à náutica de recreio constitui-se essencialmente como uma barreira virtual, um obstáculo, para acesso ao mar, ao oceano. O cidadão, para ir para o mar, tem que ultrapassar exames, fazer cursos, solicitar licenças, revalidar licenças, sujeitar-se a si e às embarcações ou equipamento de mergulho a sucessivas e periódicas declarações e inspecções e vistorias, liquidar periodicamente impostos, solicitar autorizações, etc. A legislação é cada vez mais complexa e cada vez maiores as barreiras que o cidadão tem que ultrapassar para ir para o mar.
Um argumento do legislador, cada vez mais referido, é a necessidade de preservar e assegurar tanto quanto possível a segurança do cidadão.
Estou a encarar a hipótese de adquirir um submarino de recreio, movido essencialmente a energia muscular. Com este veículo vou poder usufruir do mar sem ter que me sujeitar a quaisquer exames ou inspecções, ou licenças, ou impostos de liquidação periódica, etc. etc., tanto quanto conheço a legislação portuguesa sobre náutica de recreio. Enfim, a liberdade!!
E trata-se garantidamente de um veículo extremamente seguro, uma vez que o legislador me deixa completamente à vontade para o utilizar.
Um argumento do legislador, cada vez mais referido, é a necessidade de preservar e assegurar tanto quanto possível a segurança do cidadão.
Estou a encarar a hipótese de adquirir um submarino de recreio, movido essencialmente a energia muscular. Com este veículo vou poder usufruir do mar sem ter que me sujeitar a quaisquer exames ou inspecções, ou licenças, ou impostos de liquidação periódica, etc. etc., tanto quanto conheço a legislação portuguesa sobre náutica de recreio. Enfim, a liberdade!!
E trata-se garantidamente de um veículo extremamente seguro, uma vez que o legislador me deixa completamente à vontade para o utilizar.
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23 de abril de 2009
O futuro já não é como antigamente
Cerca de três quartos da superfície do globo terrestre são mar, são oceano.
A espécie humana desloca-se por esse espaço, desde longa data. Para o efeito tem que recorrer a veículos ou engenhos dado que o mar é, à partida, um ambiente hostil à espécie humana.
Houve o tronco de árvore, houve a jangada, houve a canoa, houve o barco a remos, houve o veleiro, houve o barco a motor, houve o submarino, houve o escafandro autónomo… agora vai haver de novo o veleiro. O veleiro do futuro:
A espécie humana desloca-se por esse espaço, desde longa data. Para o efeito tem que recorrer a veículos ou engenhos dado que o mar é, à partida, um ambiente hostil à espécie humana.
Houve o tronco de árvore, houve a jangada, houve a canoa, houve o barco a remos, houve o veleiro, houve o barco a motor, houve o submarino, houve o escafandro autónomo… agora vai haver de novo o veleiro. O veleiro do futuro:
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