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14 de julho de 2014

A "nova" Ribeira das Naus, mais um local para os lisboetas ficarem a ver navios

Sim senhor, foi inaugurada a "nova" Ribeira das Naus !

Agora podemos ver a Doca Seca do Arsenal e a Doca da Caldeirinha. Agora dispõem os lisboetas e os visitantes de Lisboa de mais um local para ficarem a ver navios, olhando para o Tejo.

Mas para quando um local, na margem lisboeta do Tejo, através do qual os lisboetas tenham de facto acesso ao Tejo?

Para quando um local onde os munícipes de Lisboa (e visitantes) tenham a possibilidade de aceder  ao Tejo, para nele navegarem e o conhecerem, emvez de ficarem simplesmente na margem contemplando-o, a ver navios?

Para quando um CENTRO NÁUTICO DE LISBOA?

Teria alguma viabilidade se houvesse na Câmara Municipal de Lisboa gente do mar, o que não me parece que seja o caso. Aliás, gente do mar, no país, há muito pouca e cada vez menos haverá quando, como acontece na sua capital, os cidadãos não têm quaisquer facilidades para para o integrarem nas suas vidas.

Quanto ao conceito de CENTRO NÁUTICO DE LISBOA, já o expuz anteriormente, aqui.

6 de março de 2012

Náutica de Recreio em Portugal



"Náutica de Recreio em Portugal - Um pilar do desenvolvimento local e da economia do mar - Propostas de actuação e planos de acção" editado com o apoio da EPUL é, afinal, o relatório do Grupo de Trabalho da Náutica de Recreio do Forum Permante para os Assuntos do Mar.

Trata-se de uma das mais recentes "aquisições" para a minha biblioteca, ou não fosse eu também um membro do Forum Permanente para os Assuntos do Mar.

É um trabalho sério, recentemente publicado, que compila um conjunto de dados sobre a náutica de recreio em Portugal, e não só.

Todavia a parte mais interessante é o conjunto de propostas de actuação e de planos de acção, com os respectivos objectivos operacionais devidamente explicitados que constituem matéria que deveria ser de leitura obrigatória para membros do governo, deputados da Assembleia da República, autarcas, capitães dos portos, professores, industriais e comerciantes da náutica de recreio, dirigentes desportivos de federações de desportos náuticos e respectivos treinadores, aos quais deveria ser perguntado, dentro de algum tempo, o que é que cada um fez concretamente no âmbito da realização das ditas propostas de acção.

É o que se me oferece propor ao Grupo de Trabalho da Náutica de Recreio: que não pare por aqui e que dentro de um ano ou dois proceda à apresentação de um Relatório sobre a concretização das acções agora propostas.



29 de janeiro de 2012

Promoção da Náutica em Portugal

Recebi a informação de que nos próximos dias 8 a 12 de Fevereiro, por ocasião da Nauticampo, em Lisboa, numa organização conjunta do Gabinete do Secretário de Estado do Mar, AIP/FIL, Turismo de Portugal, Fórum Empresarial da Economia do Mar e Oceano XXI, vai realizar-se uma série de conferências e seminários de promoção da Náutica em Portugal.

A entrada é livre, mas é necessário fazer-se pré-inscrição até ao próximo dia 3 de Fevereiro no site http://www.fem.pt/Nauticampo2012, uma vez que o número de lugares é limitado.

Acho o programa muito curioso. Diversos dos palestrantes também me despertam a curiosidade, por motivos de ordem vária...

Seria importante que aqueles que verdadeiramente praticam e se interessam pela náutica de recreio em Portugal se inscrevessem e participassem contribuindo assim para que não se trate apenas de mais umas palestras e seminários sobre construção civil em Portugal.

25 de maio de 2011

Náutica no Tejo - Que futuro?

Vai realizar-se no próximo dia 31 de Maio, no anfiteatro do Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa, um workshop sobre o futuro da náutica de recreio no estuário do Tejo. Podemos ver aqui alguma informação sobre o evento.

Entre os objectivos encontra-se a intenção de que "...este Workshop proporcione uma visão ambiciosa para as próximas décadas em termos das infra-estruturas exigidas para o desenvolvimento da Náutica de Recreio, dos Desportos Náuticos e do Turismo Náutico ao longo de todo o Estuário do Tejo e da margem costeira até Cascais...".

Oxalá este não seja mais um workshop sobre construção civil e investimentos imobiliários...

Efectivamente, sob os mais diversos pretextos, em vários locais do país, o que mais tenho visto é construção civil nas margens quase sempre nada contribuindo para que os portugueses acedam mais ao mar ou aos estuários, ou aos planos de água interiores...

19 de janeiro de 2011

O Sector Náutico nas Regiões Atlânticas

Tomem nota nas vossas agendas!

O projecto NEA 2 “Náutica Espaço Atlântico 2” convida os interessados a participar na Conferência Europeia sobre Náutica Sustentável: "Reflexões e Oportunidades de Desenvolvimento do Sector Náutico nas Regiões Atlânticas", a ter lugar pelos dias 26 e 27 Outubro de 2011, no Centro Cultural Le Quartz, em Brest (Bretanha).
O evento é organizado pelo Conseil Régional de Bretagne e pelo Conseil Général du Finistère, no âmbito do projecto europeu de cooperação transnacional NEA 2, e conta com o apoio dos parceiros do projecto, da União Europeia, da Conferência das Regiões Periféricas Marítimas (CRPM) e da Comissão Arco Atlântico.
O programa estará brevemente disponível em: www.nea2.eu .
Para mais informações podem contactar: contact@nea2.eu .

15 de junho de 2010

Transferência de áreas da frente ribeirinha de Lisboa para a gestão municipal

No dia 14 de Junho a Administração do Porto de Lisboa (APL) e a Câmara Municipal de Lisboa (CML) estabeleceram um protocolo que consta de dois documentos.
O primeiro estabelece as condições de transferência para o domínio público do Município de Lisboa de diversas áreas sem utilização portuária até agora sob jurisdição do domínio público marítimo e da APL.
O segundo fixa orientações para a cooperação institucional entre a APL e a CML, para a partilha de uma gestão integrada de áreas como a Doca de Pedrouços e as zonas de Santos e da Doca do Poço do Bispo.
Ora, o primeiro documento não diz seguramente respeito aos portugueses e lisboetas que porventura sintam interesse pelas coisas do mar e, sobretudo, que sintam necessidade de aceder ao mar. Vai com certeza a CML, “obrar” naquelas zonas da margem do Tejo como vem sendo habitual em outras autarquias em situações semelhantes. Relvados, passeios pedonais, pistas para bicicletas, esplanadas, restaurantes, instalações hoteleiras, etc., enfim, estruturas que não têm nada a ver com o acesso ao plano de água mas apenas com a sua contemplação passiva.
Já o segundo documento poderia, esse sim, ter a ver com a instalação e possibilidade de utilização por parte do cidadão contribuinte, de infra-estruturas permitindo o acesso ao rio e ao mar na verdadeira acepção da palavra. Acesso este quase inexistente em Lisboa.
Já o aqui dissemos mais do que uma vez:
As zonas mais adequadas para instalação de um centro náutico que Lisboa merece e de que muito necessita situam-se, precisamente, em Santos e em Pedrouços.
Será que é desta ?
Tenho muitas dúvidas… nem José Sócrates e António Costa são homens do mar nem Natércia Cabral é uma mulher do mar…

14 de maio de 2010

Acrobacia na Motonáutica

Eu desconhecia a existência da especialidade de competição acrobática na Motonáutica.
Mas pelos vistos existe, conforme podemos confirmar aqui neste filme que um parceiro da motonáutica fez o favor de me referenciar. Se estivesse no júri, atribuia 7 pontos a esta figura, considerando aquele desiquilíbrio na recepção.