Mais um episódio na saga da Federação Portuguesa de Vela!
A sua "concorrente", a Federação de Vela de Portugal apresenta-se publicamente amanhã, no Jamor. Tem os seus Estatutos e prevê realizar as eleições para os seus primeiros órgãos sociais em Assembleia Geral a realizar no próximo dia 20 de Novembro.
No universo da vela portuguesa aguarda-se com grande expectativa o desenvolvimento de toda esta história.
Sem dúvida que é importante que algo aconteça, ou melhor, que algo já tenha acontecido, para "agitar as águas" do "mar morto" em que se transformou a Federação da modalidade.
Sem dúvida que este aparecimento de uma nova Federação só pode contribuir para um mais rápido desenlace da situação de impasse em que se encontra a modalidade no nosso país. A verdade é que todos os agentes da vela (praticantes, treinadores, dirigentes...) vão agora ser chamados a posicionarem-se no cenário em que se encontram. Seguidamente, terão a vela que merecerem, em função das opções que fizerem...
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21 de setembro de 2010
15 de setembro de 2010
Federação de Vela de Portugal

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No passado dia 11 de Setembro constituiu-se a Federação de Vela de Portugal. Não confundir com a Federação Portuguesa de Vela , fundada em 1927, protagonista da saga que temos vindo a relatar aqui no Portugalpromar.
A gente do mar e da vela que participou naquela reunião aprovou o texto do manifesto que reproduzinos aqui junto.
Trata-se, sem dúvida, de um momento que vai ficar indelevelmente marcado na história de vela portuguesa.
Aguardemos os próximos episódios sabendo-se que, de acordo com a legislação portuguesa, não podem coexistir duas federações da mesma modalidade com poderes públicos delegados, isto é, com o estatuto de utilidade pública desportiva . Como se sabe, no actual momento, nenhuma delas tem o referido estatuto.
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2 de setembro de 2010
A Federação Portuguesa de Vela e a preparação olímpica
Mais um episódio da saga da Federação Portuguesa de Vela!
Desta feita, trata-se da publicação de um Despacho da Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto, de 17 de Agosto passado, que retira das mãos daquela Federação a campanha de preparação dos 11 velejadores actualmente envolvidos no Programa Londres 2012.
Podemos ler o Despacho aqui.
Amigos da vela têm-me perguntado qual será a solução possível para dar um final à história trágico-marítima da vela portuguesa que se desenrola desde o Outono de 2008, data em que os actuais órgãos sociais da FPV foram eleitos. Estou definitivamente convencido de que a única solução possível será a fundação de uma nova Federação, gerada de modo a que se faça efectivamente o corte epistemológico em relação ao modo de gerir a modalidade no país, fazendo com que esta aconteça de acordo com a sensibilidade e a paixão dos praticantes e não segundo os interesses de dirigentes que não são efectivamente gente do mar ou que são apenas "praticantes oportunistas".
Desta feita, trata-se da publicação de um Despacho da Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto, de 17 de Agosto passado, que retira das mãos daquela Federação a campanha de preparação dos 11 velejadores actualmente envolvidos no Programa Londres 2012.
Podemos ler o Despacho aqui.
Amigos da vela têm-me perguntado qual será a solução possível para dar um final à história trágico-marítima da vela portuguesa que se desenrola desde o Outono de 2008, data em que os actuais órgãos sociais da FPV foram eleitos. Estou definitivamente convencido de que a única solução possível será a fundação de uma nova Federação, gerada de modo a que se faça efectivamente o corte epistemológico em relação ao modo de gerir a modalidade no país, fazendo com que esta aconteça de acordo com a sensibilidade e a paixão dos praticantes e não segundo os interesses de dirigentes que não são efectivamente gente do mar ou que são apenas "praticantes oportunistas".
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8 de julho de 2010
Novamente a questão da Federação Portuguesa de Vela
Mais um episódio da saga dos Estatutos da Federação Portuguesa de Vela!
Desta feita, o Presidente da Federação publicou no sítio da FPV na internet um comunicado aos associados onde afirma que o Secretário de Estado da Juventude e do Desporto decidiu erradamente quando suspendeu a Utilidade Pública Desportiva àquela Federação. Deixa também entender que irá exigir uma indemnização pelos prejuízos financeiros e desportivos provocados à modalidade...
Pelo que se vê, isto, se calhar, ainda vai acabar no tribunal de Bruxelas...
Resolvida a questão da Utilidade Pública Desportiva, o que não deve tardar pelo que se lê no comunicado do Presidente da FPV, espero que o Congresso da Vela que ele anunciou no seu programa de candidatura em Setembro de 2008 ocorra com brevidade (ver o nosso "post" de 8 de Janeiro de 2010).
Desta feita, o Presidente da Federação publicou no sítio da FPV na internet um comunicado aos associados onde afirma que o Secretário de Estado da Juventude e do Desporto decidiu erradamente quando suspendeu a Utilidade Pública Desportiva àquela Federação. Deixa também entender que irá exigir uma indemnização pelos prejuízos financeiros e desportivos provocados à modalidade...
Pelo que se vê, isto, se calhar, ainda vai acabar no tribunal de Bruxelas...
Resolvida a questão da Utilidade Pública Desportiva, o que não deve tardar pelo que se lê no comunicado do Presidente da FPV, espero que o Congresso da Vela que ele anunciou no seu programa de candidatura em Setembro de 2008 ocorra com brevidade (ver o nosso "post" de 8 de Janeiro de 2010).
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7 de julho de 2010
Passeios no Tejo
O Museu de Marinha e o Ecomuseu Municipal do Seixal, em parceria, promovem passeios no Tejo, em embarcações típicas à vela.
Os próximos passeios estão agendados para o dia 16 de Julho. Basta fazer a reserva e, para embarcar, apresentar um bilhete de ingresso no Museu de Marinha.
Ver mais informações aqui.
Os próximos passeios estão agendados para o dia 16 de Julho. Basta fazer a reserva e, para embarcar, apresentar um bilhete de ingresso no Museu de Marinha.
Ver mais informações aqui.
15 de junho de 2010
Transferência de áreas da frente ribeirinha de Lisboa para a gestão municipal
No dia 14 de Junho a Administração do Porto de Lisboa (APL) e a Câmara Municipal de Lisboa (CML) estabeleceram um protocolo que consta de dois documentos.
O primeiro estabelece as condições de transferência para o domínio público do Município de Lisboa de diversas áreas sem utilização portuária até agora sob jurisdição do domínio público marítimo e da APL.
O segundo fixa orientações para a cooperação institucional entre a APL e a CML, para a partilha de uma gestão integrada de áreas como a Doca de Pedrouços e as zonas de Santos e da Doca do Poço do Bispo.
Ora, o primeiro documento não diz seguramente respeito aos portugueses e lisboetas que porventura sintam interesse pelas coisas do mar e, sobretudo, que sintam necessidade de aceder ao mar. Vai com certeza a CML, “obrar” naquelas zonas da margem do Tejo como vem sendo habitual em outras autarquias em situações semelhantes. Relvados, passeios pedonais, pistas para bicicletas, esplanadas, restaurantes, instalações hoteleiras, etc., enfim, estruturas que não têm nada a ver com o acesso ao plano de água mas apenas com a sua contemplação passiva.
Já o segundo documento poderia, esse sim, ter a ver com a instalação e possibilidade de utilização por parte do cidadão contribuinte, de infra-estruturas permitindo o acesso ao rio e ao mar na verdadeira acepção da palavra. Acesso este quase inexistente em Lisboa.
Já o aqui dissemos mais do que uma vez:
As zonas mais adequadas para instalação de um centro náutico que Lisboa merece e de que muito necessita situam-se, precisamente, em Santos e em Pedrouços.
Será que é desta ?
Tenho muitas dúvidas… nem José Sócrates e António Costa são homens do mar nem Natércia Cabral é uma mulher do mar…
O primeiro estabelece as condições de transferência para o domínio público do Município de Lisboa de diversas áreas sem utilização portuária até agora sob jurisdição do domínio público marítimo e da APL.
O segundo fixa orientações para a cooperação institucional entre a APL e a CML, para a partilha de uma gestão integrada de áreas como a Doca de Pedrouços e as zonas de Santos e da Doca do Poço do Bispo.
Ora, o primeiro documento não diz seguramente respeito aos portugueses e lisboetas que porventura sintam interesse pelas coisas do mar e, sobretudo, que sintam necessidade de aceder ao mar. Vai com certeza a CML, “obrar” naquelas zonas da margem do Tejo como vem sendo habitual em outras autarquias em situações semelhantes. Relvados, passeios pedonais, pistas para bicicletas, esplanadas, restaurantes, instalações hoteleiras, etc., enfim, estruturas que não têm nada a ver com o acesso ao plano de água mas apenas com a sua contemplação passiva.
Já o segundo documento poderia, esse sim, ter a ver com a instalação e possibilidade de utilização por parte do cidadão contribuinte, de infra-estruturas permitindo o acesso ao rio e ao mar na verdadeira acepção da palavra. Acesso este quase inexistente em Lisboa.
Já o aqui dissemos mais do que uma vez:
As zonas mais adequadas para instalação de um centro náutico que Lisboa merece e de que muito necessita situam-se, precisamente, em Santos e em Pedrouços.
Será que é desta ?
Tenho muitas dúvidas… nem José Sócrates e António Costa são homens do mar nem Natércia Cabral é uma mulher do mar…
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11 de junho de 2010
Abby Sunderland foi encontrada viva
Como se sabe, felizmente a jovem americana Abby Sunderland foi encontrada viva após a perda de contacto com terra e a emissão de SOS por radiobalizas. Encontrava-se no Índico, a cerca de 2000 milhas de África e 2000 milhas da Austrália.
Perdeu o mastro...
Não ponho em causa a capacidade da jovem para realizar a circumnavegação sem escalas que se propusera. Simplesmente ponho em causa, como muitos outros velejadores, a opção que foi feita em relação à embarcação utilizada, neste caso um Open 40. De facto, infelizmente, veio a confirmar-se que esta opção por um barco de competição foi uma opção demasiado radical. Mais valeria que tivesse sido feita uma opção mais conservadora, tal como aconteceu com Jessica Watson , a jovem australiana que terminou recentemente a sua volta ao mundo sem escalas utilizando um "velho" Sparkman & Stephens 34.
Perdeu o mastro...
Não ponho em causa a capacidade da jovem para realizar a circumnavegação sem escalas que se propusera. Simplesmente ponho em causa, como muitos outros velejadores, a opção que foi feita em relação à embarcação utilizada, neste caso um Open 40. De facto, infelizmente, veio a confirmar-se que esta opção por um barco de competição foi uma opção demasiado radical. Mais valeria que tivesse sido feita uma opção mais conservadora, tal como aconteceu com Jessica Watson , a jovem australiana que terminou recentemente a sua volta ao mundo sem escalas utilizando um "velho" Sparkman & Stephens 34.
1 de junho de 2010
Federação Portuguesa de Vela sem estatuto de utilidade pública desportiva
Podemos ler no Diário da República de hoje, na 2ª Série, o Despacho nº9303/2010.
Da leitura deste Despacho compreende-se que, não só os factos mirabolantes ocorridos nas Assembleias Gerais daquela Federação desde Abril de 2009 para cá, de que demos notícia no Portugalpromar, efectivamente ocorreram, como ainda se compreende que houve uma enorme criatividade na elaboração das actas das referidas reuniões.
Talvez tenha sido por essa razão, isto é, para não exibir imodestamente essa grande criatividade, que os actuais membros da Mesa daquela Assembleia sempre recusaram submeter as minutas das actas à aprovação dos presentes nas reuniões das Assembleias. Verifica-se no mesmo Despacho que os membros do Conselho Jurisdicional daquela Federação também são capazes de demonstrar bastante criatividade.
Pena é que com toda esta criatividade quem sai penalizado são os praticantes de vela, na medida em que sai prejudicada a actividade e o desenvolvimento da modalidade no nosso país. É interessante, a partir de agora, pensar em qual será a solução para toda esta situação.
Da leitura deste Despacho compreende-se que, não só os factos mirabolantes ocorridos nas Assembleias Gerais daquela Federação desde Abril de 2009 para cá, de que demos notícia no Portugalpromar, efectivamente ocorreram, como ainda se compreende que houve uma enorme criatividade na elaboração das actas das referidas reuniões.
Talvez tenha sido por essa razão, isto é, para não exibir imodestamente essa grande criatividade, que os actuais membros da Mesa daquela Assembleia sempre recusaram submeter as minutas das actas à aprovação dos presentes nas reuniões das Assembleias. Verifica-se no mesmo Despacho que os membros do Conselho Jurisdicional daquela Federação também são capazes de demonstrar bastante criatividade.
Pena é que com toda esta criatividade quem sai penalizado são os praticantes de vela, na medida em que sai prejudicada a actividade e o desenvolvimento da modalidade no nosso país. É interessante, a partir de agora, pensar em qual será a solução para toda esta situação.
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21 de maio de 2010
Medalha de Mérito Desportivo para Francisco Lobato
A Medalha de Mérito Desportivo foi atribuída a Francisco Lobato .
É interessante constatar que o Secretário de Estado do Desporto lhe entregou a medalha a bordo de uma embarcação, no Tejo, rodeada por veleiros tripulados por velejadores que bem conhecem o Francisco.
Por contraste estou a recordar-me das comemorações do Dia do Mar, em Portugal, nas quais as figuras mais importantes do nosso país comemoram o dito Dia permanecendo em terra, fazendo discursos...
Podemos ver aqui a atribuição da Medalha.
É interessante constatar que o Secretário de Estado do Desporto lhe entregou a medalha a bordo de uma embarcação, no Tejo, rodeada por veleiros tripulados por velejadores que bem conhecem o Francisco.
Por contraste estou a recordar-me das comemorações do Dia do Mar, em Portugal, nas quais as figuras mais importantes do nosso país comemoram o dito Dia permanecendo em terra, fazendo discursos...
Podemos ver aqui a atribuição da Medalha.
Veleiros telecomandados

É já neste fim de semana (Sábado e Domingo) que se vai disputar o Troféu do Parque das Nações, em regatas de veleiros radiocontrolados.
Trata-se de um evento integrado no Festival do Parque das Nações e de uma boa oportunidade de ver em acção ao longo destes dois dias, cerca de quarenta destes veleiros, neste caso da Classe Micro Magic.
O local, como se pode ver no mapa anexo, é em Lisboa, na bacia Norte da Marina do Parque das Nações, perto da Gare do Oriente e do Oceanário.
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17 de maio de 2010
Federação Portuguesa de Vela perde Utilidade Pública Desportiva
O Portugalpromar tem conhecimento de que vai ser publicado o Despacho determinando a perda do estatuto de Utilidade Pública Desportiva da Federação Portuguesa de Vela.
É uma notícia muito triste, mas uma notícia já há muito aqui esperada na sequência da saga vivida no seio daquela Federação, que temos vindo a relatar.
É uma notícia muito triste, mas uma notícia já há muito aqui esperada na sequência da saga vivida no seio daquela Federação, que temos vindo a relatar.
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14 de maio de 2010
Jessica Watson quase a chegar
Espera-se a chegada de Jessica Watson a Sydney amanhã pela manhã, após a sua extraordinária viagem de 210 dias, depois de ter largado de Sydney a 18 de Outubro de 2009!!!
Tenho o pressentimento de que a moça está a atrasar propositadamente a chegada, de modo a que ela aconteça a um Sábado... mas, se assim for, até lhe perdoo isso. Perdoo-lhe isso e posso perdoar-lhe muito mais sendo ela, nos seus 16 anos de idade, o velejador, aliás a velejadora, mais jovem que jamais completou uma volta ao mundo sem escala.
Para quem conhece Sydney e o ambiente que ali se vive em relação a desportos náuticos e à vela em particular, é fácil adivinhar que amanhã vai ser dia de festa, com uma grande multidão nas margens de Sydney Harbour. E assim, sendo um Sábado, a malta sempre pode lá ir sem faltar ao trabalho ou às aulas, ou sem ser necessário que o presidente da Câmara decrete tolerância de ponto...
Tenho o pressentimento de que a moça está a atrasar propositadamente a chegada, de modo a que ela aconteça a um Sábado... mas, se assim for, até lhe perdoo isso. Perdoo-lhe isso e posso perdoar-lhe muito mais sendo ela, nos seus 16 anos de idade, o velejador, aliás a velejadora, mais jovem que jamais completou uma volta ao mundo sem escala.
Para quem conhece Sydney e o ambiente que ali se vive em relação a desportos náuticos e à vela em particular, é fácil adivinhar que amanhã vai ser dia de festa, com uma grande multidão nas margens de Sydney Harbour. E assim, sendo um Sábado, a malta sempre pode lá ir sem faltar ao trabalho ou às aulas, ou sem ser necessário que o presidente da Câmara decrete tolerância de ponto...
13 de maio de 2010
Vela radiocontrolada no Parque das Nações

No fim de semana de 22 e 23 de Maio, incluída na realização do Festival do Parque das Nações, vai ocorrer a disputa do Troféu Parque das Nações em veleiros radiocontrolados. Neste caso veleiros da classe Mico Magic. Vai ser uma boa oportunidade para o público que frequenta o Parque das Nações tomar contacto com o modelismo náutico e assistir a animadas regatas disputadas por dezenas de velejadores.
As regatas vão realizar-se na bacia Norte da Marina do Parque das Nações, Sábado a partir das 12.00 e Domingo a partir das 10.00, terminando, respectivamente, às 18.00 e às 16.00 horas.
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12 de abril de 2010
Portuguese Yacht Club
O que se vê na imagem parece ser um quartel de bombeiros, neste caso o dos Voluntários de Algés. Mas é muito mais do que isso. É a sede de um clube náutico. E um dos clubes náuticos mais importantes do nosso país, dada a visibilidade que tem no panorama da vela no nosso país, não só pelo elevado número de sócios que tem com licença desportiva daquela Federação, mas também pelas funções que vários deles desempenham nos órgãos sociais e na Assembleia Geral da dita Federação. Estamos a falar do Portuguese Yacht Club. É ou não é Portugal um país de marinheiros??
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16 de março de 2010
O Conselho Nacional do Desporto e o mar português
O Conselho Nacional do Desporto vai reunir hoje. E o que tem isso a ver com o mar português, ou com a ida dos portugueses para o mar?
Há uma relação, uma vez que na agenda da reunião consta a apreciação da situação relativa ao estatuto de utilidade pública desportiva da Federação Portuguesa de Jet Ski e da Federação Portuguesa de Vela.
O Jet Ski já terá entretanto adequado os seus estatutos. A Vela nem tanto, pelo que me é dado observar. Transcrevo a seguir parte de um artigo do DN, sobre a situação actual nesta modalidade:
Os dirigentes federativos são acusados pelos clubes de recusarem a nova legislação, tendo para o efeito "tentado a aprovação de uma proposta que contornava a lei, de modo a poderem perpetuar o modelo corporativo de gestão", acusa Rui Gonçalves Henriques, presidente da Associação Naval de Lisboa. "Na vela, três associações regionais (Norte, Sul e Açores), com os votos por representação de delegados asseguravam mais de 60% dos votos da AG", acrescenta o presidente do mais antigo clube de vela ibérico, concluindo que há "uma argumentação habilidosa dos dirigentes da FPV, que reclamam estar já a cumprir com o novo regime jurídico".
Começa a estar mais explícita a disfuncionalidade da Assembleia Geral da FPVela, que referi no post que publiquei no dia 3 de Junho de 2009. Não vai ser nada fácil resolver-se esta disfuncionalidade.
A resolução do problema depende também do contributo que o Conselho Nacional do Desporto der para o caso.
Aguardemos os próximos episódios.
Há uma relação, uma vez que na agenda da reunião consta a apreciação da situação relativa ao estatuto de utilidade pública desportiva da Federação Portuguesa de Jet Ski e da Federação Portuguesa de Vela.
O Jet Ski já terá entretanto adequado os seus estatutos. A Vela nem tanto, pelo que me é dado observar. Transcrevo a seguir parte de um artigo do DN, sobre a situação actual nesta modalidade:
Os dirigentes federativos são acusados pelos clubes de recusarem a nova legislação, tendo para o efeito "tentado a aprovação de uma proposta que contornava a lei, de modo a poderem perpetuar o modelo corporativo de gestão", acusa Rui Gonçalves Henriques, presidente da Associação Naval de Lisboa. "Na vela, três associações regionais (Norte, Sul e Açores), com os votos por representação de delegados asseguravam mais de 60% dos votos da AG", acrescenta o presidente do mais antigo clube de vela ibérico, concluindo que há "uma argumentação habilidosa dos dirigentes da FPV, que reclamam estar já a cumprir com o novo regime jurídico".
Começa a estar mais explícita a disfuncionalidade da Assembleia Geral da FPVela, que referi no post que publiquei no dia 3 de Junho de 2009. Não vai ser nada fácil resolver-se esta disfuncionalidade.
A resolução do problema depende também do contributo que o Conselho Nacional do Desporto der para o caso.
Aguardemos os próximos episódios.
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2 de março de 2010
O Centro Náutico de Lisboa e a Volvo Ocean Race
Ontem, 1 de Março, foi apresentado em cerimónia pública no Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa, o protocolo que garante que a próxima edição da regata à volta do mundo por etapas, a Volvo Ocean Race, tenha uma escala em Lisboa, em Junho de 2012.
Trata-se de uma organização conjunta da Câmara Municipal de Lisboa e da João Lagos Sports, assegurada através de uma parceria público-privada entre o Governo, através do Turismo de Portugal, a Câmara Municipal de Lisboa, através da Associação de Turismo de Lisboa, e a João Lagos Sports.
O Presidente da Câmara disse que “a participação da cidade será aproveitada para requalificar a frente-rio na zona da Doca de Pedrouços, atribuindo-lhe uma nova centralidade ribeirinha”
Está tudo muito bem. É pena é que a dita “centralidade ribeirinha” tenha já uma grande parte do seu espaço ocupado pela edifício do Centro de Investigação da Fundação Champalimaud, (ver o post de 17 de Abril de 2009)que bem podia ter sido construído noutra zona que não esta da Doca de Pedrouços que é a única (em conjunto com a zona de Santos, como já referi anteriormente) que resta à cidade de Lisboa para ter as instalações náuticas desportivas que há muito tempo a capital merece.
Será importante que a dita “nova centralidade ribeirinha” não se traduza apenas na instalação de uma marina com o respectivo investimento imobiliário em torno.
Recordo aqui uma parte daquilo que entendo dever ser o caderno de encargos de uma estrutura como a que vai nascer (ver o post de 14 de Dezembro passado):
Um Centro Náutico num Município é um equipamento urbano com a mesma importância de um estádio de futebol, um autódromo, um velódromo ou um pavilhão gimnodesportivo. Não deve ser confundido com uma marina. O Centro Náutico de Lisboa deverá ser concebido com capacidade para acolher várias actividades náuticas ligeiras, numa perspectiva “ecuménica”…
Voltarei a este assunto. Repare-se, por exemplo, que a Doca de Pedrouços não tem rampa de varadouro e será determinante que o Centro Náutico de Lisboa tenha uma grande rampa de varadouro, com uma área de parqueamento adjacente, para embarcações ligeiras.
Trata-se de uma organização conjunta da Câmara Municipal de Lisboa e da João Lagos Sports, assegurada através de uma parceria público-privada entre o Governo, através do Turismo de Portugal, a Câmara Municipal de Lisboa, através da Associação de Turismo de Lisboa, e a João Lagos Sports.
O Presidente da Câmara disse que “a participação da cidade será aproveitada para requalificar a frente-rio na zona da Doca de Pedrouços, atribuindo-lhe uma nova centralidade ribeirinha”
Está tudo muito bem. É pena é que a dita “centralidade ribeirinha” tenha já uma grande parte do seu espaço ocupado pela edifício do Centro de Investigação da Fundação Champalimaud, (ver o post de 17 de Abril de 2009)que bem podia ter sido construído noutra zona que não esta da Doca de Pedrouços que é a única (em conjunto com a zona de Santos, como já referi anteriormente) que resta à cidade de Lisboa para ter as instalações náuticas desportivas que há muito tempo a capital merece.
Será importante que a dita “nova centralidade ribeirinha” não se traduza apenas na instalação de uma marina com o respectivo investimento imobiliário em torno.
Recordo aqui uma parte daquilo que entendo dever ser o caderno de encargos de uma estrutura como a que vai nascer (ver o post de 14 de Dezembro passado):
Um Centro Náutico num Município é um equipamento urbano com a mesma importância de um estádio de futebol, um autódromo, um velódromo ou um pavilhão gimnodesportivo. Não deve ser confundido com uma marina. O Centro Náutico de Lisboa deverá ser concebido com capacidade para acolher várias actividades náuticas ligeiras, numa perspectiva “ecuménica”…
Voltarei a este assunto. Repare-se, por exemplo, que a Doca de Pedrouços não tem rampa de varadouro e será determinante que o Centro Náutico de Lisboa tenha uma grande rampa de varadouro, com uma área de parqueamento adjacente, para embarcações ligeiras.
26 de fevereiro de 2010
Federação Portuguesa de Vela e providências cautelares


Numa notícia afixada no seu portal no dia 24 de Fevereiro podemos ler que "A Federação Portuguesa de Vela informa que as eleições para Delegados à Assembleia Geral da FPV, na ilha da Madeira, terão lugar nas instalações da Secretaria Regional do Ambiente e dos Recursos Naturais."
Por outro lado, a Direcção da Associação Regional de Vela da Madeira divulgou no dia 25 a circular que se pode ler aqui em cima.
Parece que aquela Federação deixou de estar à deriva, como tem estado, e está agora em perigo de naufrágio.
Tenho pena que assim seja.
Por outro lado, a Direcção da Associação Regional de Vela da Madeira divulgou no dia 25 a circular que se pode ler aqui em cima.
Parece que aquela Federação deixou de estar à deriva, como tem estado, e está agora em perigo de naufrágio.
Tenho pena que assim seja.
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9 de fevereiro de 2010
Federação Portuguesa de Vela notificada pelo Tribunal
O Portugalpromar tomou conhecimento de que a Federação Portuguesa de Vela foi citada numa providência cautelar requerida para suspensão das deliberações tomadas pela sua Assembleia Geral em 11 de Dezembro de 2009, tendo nesse acto de citação sido advertida pelo Tribunal para a “proibição de executar o acto administrativo nos termos do artigo 128º nº 1 e nº 2 do CPTA, estando por conseguinte essa deliberação social suspensa”.
O que é que isto significa?
Significa que aquela Federação continua à deriva, sem rumo definido e, mais concretamente, que à data presente não pode realizar as acções que os seus dirigentes estão a pretender que se realizem (ou estão a realizar, desobedecendo ao Tribunal?) designadamente eleições de delegados à Assembleia Geral levadas a cabo segundo as deliberações da tal A.G. de 11 de Dezembro.
Continua, portanto, a saga dos novos Estatutos da Federação Portuguesa de Vela. Aguardemos novos capítulos.
O que é que isto significa?
Significa que aquela Federação continua à deriva, sem rumo definido e, mais concretamente, que à data presente não pode realizar as acções que os seus dirigentes estão a pretender que se realizem (ou estão a realizar, desobedecendo ao Tribunal?) designadamente eleições de delegados à Assembleia Geral levadas a cabo segundo as deliberações da tal A.G. de 11 de Dezembro.
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28 de janeiro de 2010
Abby Sunderland à volta do mundo

Abby Sunderland, aliás Abigail Sunderland começou a sua viagem de circum-navegação sem escalas. Desejo-lhe sorte e boa navegação. Os mares austrais, mais concretamente os “quarenta rugidores” estão assim a tornar-se uma zona, como direi…apelativa, com raparigas de dezasseis anos passeando sozinhas em barcos à vela!!
Porque será que a legislação portuguesa obriga a que um jovem (ou uma jovem) tenha que ter, no mínimo, 20 anos de idade para velejar em navegação oceânica, se for ele (ou ela) o “comandante” da embarcação e se esta tiver bandeira portuguesa?? Será por sermos um país de marinheiros?
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27 de janeiro de 2010
Slideshow do Severn
Paulo Nunes no seu comentário ao nosso post sobre o Severn fez-nos o favor de indicar o endereço de um sítio na internet onde podemos ver um belíssimo slideshow sobre o final da fase de acabamentos do barco. O sítio é este.
Caro Paulo Nunes, muito obrigado por partilhar connosco estas belas imagens.
Caro Paulo Nunes, muito obrigado por partilhar connosco estas belas imagens.
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