3 de janeiro de 2010

Temporal em Peniche, na despedida de 2009





Aqui ficam algumas imagens do temporal em Peniche, no dia 30 de Dezembro de 2009, registadas e oferecidas pelo Manuel Chagas, um homem do mar nado e criado no local.
Caro Manuel, obrigado pela oferta.



28 de dezembro de 2009

Peter Café Sport, o melhor bar do mundo

E já está!
O Peter foi eleito o melhor bar do mundo para velejadores, conforme podemos ver aqui, aonde também podemos ver quais são os restantes nove do "top ten".
Fiquei contente com a notícia!

18 de dezembro de 2009

Jessica Watson: 2 meses!


Faz hoje dois meses que Jessica largou de Sydney, rumo a Sydney. Já lá vão 7000 milhas. Faltam cerca de 1000 para o Horn. Felizmente tudo continua bem a bordo.

O melhor bar do mundo


Tenho o privilégio de já ter “amarrado” várias vezes no Peter.
Alguém teve a ideia de organizar na internet um ranking mundial de bares para velejadores.
Actualmente o Peter, entre um elevado número de bares espalhados um pouco por todo o mundo, encontra-se no "top ten".
Vou votar.
E vou votar no Peter.
E deixo aqui o apelo ao voto no Peter!
É aqui neste sítio que podemos votar. Atenção que o prazo para votar é só até ao próximo dia 22 de Dezembro! O resultado final sabe-se no dia 23.

17 de dezembro de 2009

Mar Português, na RTP2

Vi ontem o documentário “Mar Português”, realizado por Francisco Manso.
Muito interessante como instrumento a utilizar no âmbito da Estratégia Nacional para o Mar, em que também estamos empenhados aqui no PORTUGALPROMAR.
No próximo Sábado, 19 de Dezembro, às 21.00, o documentário vai para o ar na RTP2.
Seria importante que os professores, ou as escolas do secundário, aproveitassem para gravar o filme de modo a poderem exibi-lo posteriormente a todos os alunos, utilizando-o como meio para projectos no âmbito da Educação pelo Ambiente.

15 de dezembro de 2009

Mar Português



E que tal irmos ao cinema amanhã?
Fica aqui o convite.
Trata-se de um filme que mete água. No bom sentido...
Concretamente é a antestreia do documentário "Mar Português", às 21.30, no Auditório 2 da Fundação Calouste Gulbenkian.


O projecto "Centro Náutico de Lisboa"

Já está afixada no portal da Câmara Municipal de Lisboa a listagem dos projectos para votação no âmbito do orçamento participativo 2010.
Das 533 propostas registadas, 102 passaram à fase de projectos, para votação até ao próximo dia 20 de Dezembro. Entre eles não encontro o Projecto “Centro Náutico de Lisboa”.
Paciência…
Algum motivo terá levado os serviços técnicos da CML a descartarem a minha proposta…
Com tristeza verifico que nenhum daqueles 102 projectos tem o que quer que seja a ver com o acesso ao Tejo e à sua fruição. Assim, os lisboetas vocacionados para o rio e para o mar (que porventura ainda existam) talvez não tenham grande motivação para votar.
Aguardemos para ver no que se vai transformar o local que sugeri para o Centro Náutico.
Esperemos para ver se vai surgir algum Centro Náutico no Concelho de Lisboa, o que já tarda, se quisermos que a capital não se descaracterize como cidade marítima.

14 de dezembro de 2009

Centro Náutico de Lisboa, um conceito

Terminou a fase de análise técnica das propostas apresentadas por munícipes à Câmara Municipal de Lisboa. Segundo o calendário do Orçamento Participativo da CML, ocorrerá agora a fase de votação nos projectos admitidos para escolha. Não vejo ainda no portal da CML a indicação sobre quais os projectos que passaram à fase de votação. Na expectativa, passo a expor o conceito inerente à proposta que o PORTUGALPROMAR apresentou.
Assim:
Um Centro Náutico num Município é um equipamento urbano com a mesma importância de um estádio de futebol, um autódromo, um velódromo ou um pavilhão gimnodesportivo. Não deve ser confundido com uma marina. O Centro Náutico de Lisboa deverá ser concebido com capacidade para acolher várias actividades náuticas ligeiras, numa perspectiva “ecuménica”, e deverá ser uma entidade / infra-estrutura dinâmica (por oposição a um grupo de armazéns em que várias entidades ou clubes guardam equipamentos e desenvolvem as suas actividades de forma descoordenada).
Neste conceito de Centro Náutico de Lisboa entende-se por actividades náuticas ligeiras a prática da vela em barcos com patilhão móvel (até 6 ou 7 m de comprimento), a prancha à vela (windsurf), o remo, a canoagem, o mergulho, o ski aquático e a motonáutica em embarcações ligeiras.
Será desejável que o Centro Náutico de Lisboa tenha instalações dedicadas a actividades relacionadas com as embarcações tradicionais do Tejo, que são um património vivo da Cidade de Lisboa (utilização em passeio e regata e museologia).
O mesmo Centro deverá permitir a utilização por parte de entidades públicas e privadas e pelos cidadãos a título individual proporcionando actividades em âmbitos de vária natureza (cursos de vela, de remo, de canoagem, de carpintaria e construção naval, de modelismo naval, actividades culturais e turísticas relacionadas com a náutica, etc.) bem como servir para utilização por cidadãos proprietários de pequenas embarcações de recreio, sem ligação a qualquer instituição.
O Centro deverá ter capacidade para receber eventos desportivos de desportos náuticos e desportos associados e eventos culturais associados com a náutica.
O Centro Náutico de Lisboa não deverá ser um local de mera armazenagem ou estacionamento de embarcações, mas sim um local de actividade permanente. (Cursos, baptismos, visitas de estudo…). Essa é a diferença entre um conjunto de barracões para guardar barcos e um Centro Náutico sob a égide de um Município.

12 de dezembro de 2009

O Presidente da Federação Portuguesa de Vela

A reunião da Assembleia Geral da Federação Portuguesa de Vela que se realizou ontem em Leixões não foi uma reunião qualquer. Foi uma reunião absolutamente excepcional, quer pela matéria em agenda quer pelos variados actos rocambolescos protagonizados pela Mesa da Assembleia como, por exemplo:
O impedimento de participação de delegados credenciados; a realização da reunião à porta fechada, impedindo fisicamente a entrada e assistência de velejadores, público e jornalistas interessados; a recusa da leitura de textos de actas de reuniões precedentes, para respectiva aprovação pela A.G., etc, etc.
Quanto à importância da matéria em agenda, basta dizer que se tratava da última hipótese (de acordo com a legislação vigente) para se proceder à alteração dos Estatutos de modo a não permanecerem ilegais em relação à manutenção do Estatuto de Utilidade Pública Desportiva.
Hipótese que não foi aproveitada, uma vez que não foram aprovados novos Estatutos.
E, perante tudo isto, qual foi a actuação do Presidente da Federação, autor e defensor da proposta de alteração de Estatutos que, desde Julho passado não recolheu o necessário consenso da A.G.?
Esteve ausente da reunião.
Alguém informou que teria ficado doente recentemente, (após entrevistas concedidas a jornais nas vésperas da A.G.) mas também é facto que se verificou que não delegou a sua representação em nenhum dos Membros da Direcção, como deveria ter feito, nos termos Estatutários. Assim não houve ali ninguém que, com a devida competência formal, pudesse apresentar e defender a proposta em causa.
Trata-se de uma negligência grave, tendo em conta a importância do assunto e tendo também em conta que se trata de um dirigente que aufere um elevado vencimento pelo desempenho da sua função na Federação, supostamente a tempo inteiro. Não há memória de um Presidente da Federação de Vela ter faltado a uma reunião da A.G., sobretudo sem enviar justificação da sua ausência e sem designar o seu representante.
Assim vai a instituição que representa a Vela portuguesa… à deriva…

Assembleia Geral da Federação Portuguesa de Motonáutica

A Federação Portuguesa de Motonáutica realizou hoje uma reunião da sua Assembleia Geral que levou a cabo uma correcção final aos seus novos Estatutos, de modo a ficarem completamente de acordo com a legislação vigente, no que diz respeito a uma federação desportiva nacional com estatuto de utilidade pública desportiva.
Infelizmente o mesmo não se pode dizer da Federação Portuguesa de Vela, que realizou ontem mais uma reunião da sua Assembleia Geral (a 3ª) para este assunto dos Estatutos, que mais uma vez foi concluída continuando esta Federação numa situação que não lhe permite manter o estatuto de utilidade pública desportiva.
Tudo bem com a Motonáutica, quanto ao aspecto em causa, e tudo mal com a Vela, portanto.
Isto entristece-me, não por estar tudo bem com a Motonáutica, mas por estar tudo mal com a Vela.