5 de abril de 2010

RemoPortugal


Saiu o primeiro número do RemoPortugal, uma revista bimensal publicada pela Federação Portuguesa de Remo. Leitura interessante que permite ter uma visão do que se passa com o Remo em Portugal bem como dos projectos da modalidade no nosso país.

31 de março de 2010

Micro Magic no Parque das Nações


Nos próximos dia 22 e 23 de Maio a malta dos Micro Magic vai estar em acção na Marina do Parque das Nações. Para já, mais informações encontram-se aqui.

29 de março de 2010

Links

Aqui, neste local, irei colocando alguns links relacionados com a temática do PORTUGALPROMAR:

APECE, Associação Portuguesa para o Estudo e Protecção dos Elasmobrânquios.










Micro Magic Portugal, sítio da associação que reune, em Portugal, os interessados em veleiros radiocontrolados da classe Micro Magic .


Oficina Viva do Museu de Marinha, oficina de modelismo náutico.

PONG-Pesca, plataforma das ONGs portuguesas sobre a Pesca ..

Ptnauticmodel, sítio português na internet vocacionado para o modelismo náutico nas suas várias vertentes .

Rampas , sitio na internet onde podemos encontrar a descrição e localização de rampas de varadouro existentes em Portugal .

Santa Maria Manuela, a história do navio, a sua recuperação e as suas actividades actuais

16 de março de 2010

O Conselho Nacional do Desporto e o mar português

O Conselho Nacional do Desporto vai reunir hoje. E o que tem isso a ver com o mar português, ou com a ida dos portugueses para o mar?
Há uma relação, uma vez que na agenda da reunião consta a apreciação da situação relativa ao estatuto de utilidade pública desportiva da Federação Portuguesa de Jet Ski e da Federação Portuguesa de Vela.

O Jet Ski já terá entretanto adequado os seus estatutos. A Vela nem tanto, pelo que me é dado observar. Transcrevo a seguir parte de um artigo do DN, sobre a situação actual nesta modalidade:

Os dirigentes federativos são acusados pelos clubes de recusarem a nova legislação, tendo para o efeito "tentado a aprovação de uma proposta que contornava a lei, de modo a poderem perpetuar o modelo corporativo de gestão", acusa Rui Gonçalves Henriques, presidente da Associação Naval de Lisboa. "Na vela, três associações regionais (Norte, Sul e Açores), com os votos por representação de delegados asseguravam mais de 60% dos votos da AG", acrescenta o presidente do mais antigo clube de vela ibérico, concluindo que há "uma argumentação habilidosa dos dirigentes da FPV, que reclamam estar já a cumprir com o novo regime jurídico".

Começa a estar mais explícita a disfuncionalidade da Assembleia Geral da FPVela, que referi no post que publiquei no dia 3 de Junho de 2009. Não vai ser nada fácil resolver-se esta disfuncionalidade.
A resolução do problema depende também do contributo que o Conselho Nacional do Desporto der para o caso.
Aguardemos os próximos episódios.

2 de março de 2010

O Centro Náutico de Lisboa e a Volvo Ocean Race

Ontem, 1 de Março, foi apresentado em cerimónia pública no Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa, o protocolo que garante que a próxima edição da regata à volta do mundo por etapas, a Volvo Ocean Race, tenha uma escala em Lisboa, em Junho de 2012.
Trata-se de uma organização conjunta da Câmara Municipal de Lisboa e da João Lagos Sports, assegurada através de uma parceria público-privada entre o Governo, através do Turismo de Portugal, a Câmara Municipal de Lisboa, através da Associação de Turismo de Lisboa, e a João Lagos Sports.
O Presidente da Câmara disse que “a participação da cidade será aproveitada para requalificar a frente-rio na zona da Doca de Pedrouços, atribuindo-lhe uma nova centralidade ribeirinha”
Está tudo muito bem. É pena é que a dita “centralidade ribeirinha” tenha já uma grande parte do seu espaço ocupado pela edifício do Centro de Investigação da Fundação Champalimaud, (ver o post de 17 de Abril de 2009)que bem podia ter sido construído noutra zona que não esta da Doca de Pedrouços que é a única (em conjunto com a zona de Santos, como já referi anteriormente) que resta à cidade de Lisboa para ter as instalações náuticas desportivas que há muito tempo a capital merece.

Será importante que a dita “nova centralidade ribeirinha” não se traduza apenas na instalação de uma marina com o respectivo investimento imobiliário em torno.
Recordo aqui uma parte daquilo que entendo dever ser o caderno de encargos de uma estrutura como a que vai nascer (ver o post de 14 de Dezembro passado):

Um Centro Náutico num Município é um equipamento urbano com a mesma importância de um estádio de futebol, um autódromo, um velódromo ou um pavilhão gimnodesportivo. Não deve ser confundido com uma marina. O Centro Náutico de Lisboa deverá ser concebido com capacidade para acolher várias actividades náuticas ligeiras, numa perspectiva “ecuménica”…

Voltarei a este assunto. Repare-se, por exemplo, que a Doca de Pedrouços não tem rampa de varadouro e será determinante que o Centro Náutico de Lisboa tenha uma grande rampa de varadouro, com uma área de parqueamento adjacente, para embarcações ligeiras.

28 de fevereiro de 2010

Memórias de fragateiros

A Sociedade de Geografia de Lisboa e a Marinha do Tejo vão realizar a Jornada “Memórias de Fragateiros”. Fica aqui o convite:

Convite

Os Presidentes da Sociedade de Geografia de Lisboa e da Marinha do Tejo têm a honra de convidar V. Ex.ª e sua Ex.ma Família para participarem na Jornada “Memórias de Fragateiros”, a realizar na Sociedade de Geografia de Lisboa em 13 de Março de 2010 (sábado), com início às 10:00.

Programa

• De 2 a 13 de Março – Exposição sobre a Marinha do Tejo, no átrio da Sociedade de Geografia de Lisboa.
• Em 13 de Março: 10:00, Sessão “Desfiar Memórias” pelos Arrais de embarcações do Tejo António Cardoso (Montijo), Cipriano Rodrigues (Sarilhos Pequenos), Fernando Silva (Moita), Joaquim Pessoa Gonçalves (Moita), José António Aranha (Montijo), José Simões (Moita), Manuel Amador de Matos (Vila Franca de Xira), Marcolino Cardoso Fernandes (Sarilhos Pequenos), Mário José Marques (Alcochete) e Tomás Emídio (Sarilhos Pequenos) com os senhores João Gregório (Presidente do Centro Náutico Moitense), José Oliveira Fernandes (Presidente da Associação Naval Sarilhense) e Manuel Gouveia da Costa (Presidente da Associação de Desportos Náuticos Alhos Vedrense Amigos do Mar).
• Em 13 de Março: 13:00, Almoço de confraternização (custo unitário de €12,00).

Agradece-se a inscrição na Jornada e no almoço (Secretaria da SGL)
• Rua das Portas de Santo Antão, 100 1150-269 LISBOA
• Tel: 21 342 54 01/50 68 – Fax 21 346 45 53
• Internet – www.socgeografialisboa.pt
• E-mail: geral@socgeografialisboa

26 de fevereiro de 2010

Federação Portuguesa de Vela e providências cautelares





Numa notícia afixada no seu portal no dia 24 de Fevereiro podemos ler que "A Federação Portuguesa de Vela informa que as eleições para Delegados à Assembleia Geral da FPV, na ilha da Madeira, terão lugar nas instalações da Secretaria Regional do Ambiente e dos Recursos Naturais."
Por outro lado, a Direcção da Associação Regional de Vela da Madeira divulgou no dia 25 a circular que se pode ler aqui em cima.
Parece que aquela Federação deixou de estar à deriva, como tem estado, e está agora em perigo de naufrágio.
Tenho pena que assim seja.

19 de fevereiro de 2010

2º Forum alargado do Projecto MARGov

Na próxima 2ª feira, dia 22 de Fevereiro, vai realizar-se o 2º Fórum Alargado aberto a quem quiser participar no âmbito do projecto MARGov.
O evento ocorrerá pelas 18h30, no Auditório Conde Ferreira em Sesimbra.
Por acaso, por razões que me escuso de referir, até gostaria de participar. Simplesmente não vou poder por incompatibilidade com compromissos profissionais que já tenho em agenda para aquela data.
Todavia deixo aqui a informação dos contactos, para eventuais interessados.
O sítio da coisa na internet é aqui.
Para esclarecimentos complementares podem contactar para o email margov.mar@gmail.com ou para o telefone 913606891

17 de fevereiro de 2010

Dicionário ilustrado de marinha


Não existem muitos dicionários portugueses de marinha. Pela minha parte conheço apenas três. O “Dicionário ilustrado de marinha” de António Marques Esparteiro é um clássico obrigatório para quem se interesse por barcos e coisas do mar. Durante muitos anos quis adquirir um, mas foi impossível uma vez que a sua edição se encontrava esgotada há décadas. Inclusivamente cheguei a procurar em alfarrabistas.
A sua editora, a Clássica Editora, lá resolveu reeditá-lo, com a colaboração da Marinha Portuguesa. Assim surgiu a 2ª edição em Novembro de 2001, (revista e actualizada por J. Martins da Silva) o que me permitiu obter o exemplar que tenho agora na minha estante. Chama-se “dicionário ilustrado”, mas não se trata de uma coisa com muitas fotos ou bonecos. Tem, outrossim, algumas ilustrações simples, num estilo característico da época da primeira edição. O “Vocabulário marujo”, a que me referi num “post”aqui afixado em 17 de Junho de 2009 é o segundo dos três dicionários de marinha que conheço (portugueses). Pode ser descarregado gratuitamente da internet. Numa outra ocasião referir-me-ei ao terceiro.

10 de fevereiro de 2010

Cristóvão Colon (Colombo) era português



Gostei imenso de ler esta obra. Resultado de um exaustivo trabalho de investigação dos autores, Manuel Luciano da Silva e Sílvia Jorge da Silva, que não são historiadores profissionais. Trata-se assim de uma obra resultante de uma longa paixão pelo assunto.Manuel Luciano é médico e este facto terá talvez contribuído bastante para a abordagem que é feita à investigação da nacionalidade daquele navegador, com a perspectiva da medicina legal incluída, bem como a metodologia das análises de ADN e a questãozinha do cromossoma Y.
Ficamos a saber que Cristóvão Colombo, aliás Cristóvão Colon, aliás Salvador Fernandes Zarco era português, alentejano. Que se saiba, não há historiadores profissionais que ponham em causa este trabalho de Manuel Luciano e de Sílvia.
Bem hajam por terem reposto as “coisas” no seu lugar.
O livro tem muitas ilustrações interessantes. Este meu exemplar é da Editora Quidnovi (4ª edição, Maio de 2008). Fiquei com curiosidade de ver o filme que Manoel de Oliveira fez, como consequência de ter lido este livro.