Espera-se a chegada de Jessica Watson a Sydney amanhã pela manhã, após a sua extraordinária viagem de 210 dias, depois de ter largado de Sydney a 18 de Outubro de 2009!!!
Tenho o pressentimento de que a moça está a atrasar propositadamente a chegada, de modo a que ela aconteça a um Sábado... mas, se assim for, até lhe perdoo isso. Perdoo-lhe isso e posso perdoar-lhe muito mais sendo ela, nos seus 16 anos de idade, o velejador, aliás a velejadora, mais jovem que jamais completou uma volta ao mundo sem escala.
Para quem conhece Sydney e o ambiente que ali se vive em relação a desportos náuticos e à vela em particular, é fácil adivinhar que amanhã vai ser dia de festa, com uma grande multidão nas margens de Sydney Harbour. E assim, sendo um Sábado, a malta sempre pode lá ir sem faltar ao trabalho ou às aulas, ou sem ser necessário que o presidente da Câmara decrete tolerância de ponto...
14 de maio de 2010
13 de maio de 2010
Vela radiocontrolada no Parque das Nações

No fim de semana de 22 e 23 de Maio, incluída na realização do Festival do Parque das Nações, vai ocorrer a disputa do Troféu Parque das Nações em veleiros radiocontrolados. Neste caso veleiros da classe Mico Magic. Vai ser uma boa oportunidade para o público que frequenta o Parque das Nações tomar contacto com o modelismo náutico e assistir a animadas regatas disputadas por dezenas de velejadores.
As regatas vão realizar-se na bacia Norte da Marina do Parque das Nações, Sábado a partir das 12.00 e Domingo a partir das 10.00, terminando, respectivamente, às 18.00 e às 16.00 horas.
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7 de maio de 2010
Conversas informais no Museu de Marinha
Aos segundos Sábados de cada mês há "Conversas informais" no Museu de Marinha (entrada livre). Para cada sessão um tema. O tema da sessão de amanhã, 8 de Maio, é "Equipamentos dos mergulhadores".
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12 de abril de 2010
Portuguese Yacht Club
O que se vê na imagem parece ser um quartel de bombeiros, neste caso o dos Voluntários de Algés. Mas é muito mais do que isso. É a sede de um clube náutico. E um dos clubes náuticos mais importantes do nosso país, dada a visibilidade que tem no panorama da vela no nosso país, não só pelo elevado número de sócios que tem com licença desportiva daquela Federação, mas também pelas funções que vários deles desempenham nos órgãos sociais e na Assembleia Geral da dita Federação. Estamos a falar do Portuguese Yacht Club. É ou não é Portugal um país de marinheiros??
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5 de abril de 2010
RemoPortugal
Saiu o primeiro número do RemoPortugal, uma revista bimensal publicada pela Federação Portuguesa de Remo. Leitura interessante que permite ter uma visão do que se passa com o Remo em Portugal bem como dos projectos da modalidade no nosso país.
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31 de março de 2010
Micro Magic no Parque das Nações

Nos próximos dia 22 e 23 de Maio a malta dos Micro Magic vai estar em acção na Marina do Parque das Nações. Para já, mais informações encontram-se aqui.
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29 de março de 2010
Links
Aqui, neste local, irei colocando alguns links relacionados com a temática do PORTUGALPROMAR:
APECE, Associação Portuguesa para o Estudo e Protecção dos Elasmobrânquios.
Micro Magic Portugal, sítio da associação que reune, em Portugal, os interessados em veleiros radiocontrolados da classe Micro Magic .
Oficina Viva do Museu de Marinha, oficina de modelismo náutico.
PONG-Pesca, plataforma das ONGs portuguesas sobre a Pesca ..
Ptnauticmodel, sítio português na internet vocacionado para o modelismo náutico nas suas várias vertentes .
Rampas , sitio na internet onde podemos encontrar a descrição e localização de rampas de varadouro existentes em Portugal .
Santa Maria Manuela, a história do navio, a sua recuperação e as suas actividades actuais
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Links
16 de março de 2010
O Conselho Nacional do Desporto e o mar português
O Conselho Nacional do Desporto vai reunir hoje. E o que tem isso a ver com o mar português, ou com a ida dos portugueses para o mar?
Há uma relação, uma vez que na agenda da reunião consta a apreciação da situação relativa ao estatuto de utilidade pública desportiva da Federação Portuguesa de Jet Ski e da Federação Portuguesa de Vela.
O Jet Ski já terá entretanto adequado os seus estatutos. A Vela nem tanto, pelo que me é dado observar. Transcrevo a seguir parte de um artigo do DN, sobre a situação actual nesta modalidade:
Os dirigentes federativos são acusados pelos clubes de recusarem a nova legislação, tendo para o efeito "tentado a aprovação de uma proposta que contornava a lei, de modo a poderem perpetuar o modelo corporativo de gestão", acusa Rui Gonçalves Henriques, presidente da Associação Naval de Lisboa. "Na vela, três associações regionais (Norte, Sul e Açores), com os votos por representação de delegados asseguravam mais de 60% dos votos da AG", acrescenta o presidente do mais antigo clube de vela ibérico, concluindo que há "uma argumentação habilidosa dos dirigentes da FPV, que reclamam estar já a cumprir com o novo regime jurídico".
Começa a estar mais explícita a disfuncionalidade da Assembleia Geral da FPVela, que referi no post que publiquei no dia 3 de Junho de 2009. Não vai ser nada fácil resolver-se esta disfuncionalidade.
A resolução do problema depende também do contributo que o Conselho Nacional do Desporto der para o caso.
Aguardemos os próximos episódios.
Há uma relação, uma vez que na agenda da reunião consta a apreciação da situação relativa ao estatuto de utilidade pública desportiva da Federação Portuguesa de Jet Ski e da Federação Portuguesa de Vela.
O Jet Ski já terá entretanto adequado os seus estatutos. A Vela nem tanto, pelo que me é dado observar. Transcrevo a seguir parte de um artigo do DN, sobre a situação actual nesta modalidade:
Os dirigentes federativos são acusados pelos clubes de recusarem a nova legislação, tendo para o efeito "tentado a aprovação de uma proposta que contornava a lei, de modo a poderem perpetuar o modelo corporativo de gestão", acusa Rui Gonçalves Henriques, presidente da Associação Naval de Lisboa. "Na vela, três associações regionais (Norte, Sul e Açores), com os votos por representação de delegados asseguravam mais de 60% dos votos da AG", acrescenta o presidente do mais antigo clube de vela ibérico, concluindo que há "uma argumentação habilidosa dos dirigentes da FPV, que reclamam estar já a cumprir com o novo regime jurídico".
Começa a estar mais explícita a disfuncionalidade da Assembleia Geral da FPVela, que referi no post que publiquei no dia 3 de Junho de 2009. Não vai ser nada fácil resolver-se esta disfuncionalidade.
A resolução do problema depende também do contributo que o Conselho Nacional do Desporto der para o caso.
Aguardemos os próximos episódios.
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2 de março de 2010
O Centro Náutico de Lisboa e a Volvo Ocean Race
Ontem, 1 de Março, foi apresentado em cerimónia pública no Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa, o protocolo que garante que a próxima edição da regata à volta do mundo por etapas, a Volvo Ocean Race, tenha uma escala em Lisboa, em Junho de 2012.
Trata-se de uma organização conjunta da Câmara Municipal de Lisboa e da João Lagos Sports, assegurada através de uma parceria público-privada entre o Governo, através do Turismo de Portugal, a Câmara Municipal de Lisboa, através da Associação de Turismo de Lisboa, e a João Lagos Sports.
O Presidente da Câmara disse que “a participação da cidade será aproveitada para requalificar a frente-rio na zona da Doca de Pedrouços, atribuindo-lhe uma nova centralidade ribeirinha”
Está tudo muito bem. É pena é que a dita “centralidade ribeirinha” tenha já uma grande parte do seu espaço ocupado pela edifício do Centro de Investigação da Fundação Champalimaud, (ver o post de 17 de Abril de 2009)que bem podia ter sido construído noutra zona que não esta da Doca de Pedrouços que é a única (em conjunto com a zona de Santos, como já referi anteriormente) que resta à cidade de Lisboa para ter as instalações náuticas desportivas que há muito tempo a capital merece.
Será importante que a dita “nova centralidade ribeirinha” não se traduza apenas na instalação de uma marina com o respectivo investimento imobiliário em torno.
Recordo aqui uma parte daquilo que entendo dever ser o caderno de encargos de uma estrutura como a que vai nascer (ver o post de 14 de Dezembro passado):
Um Centro Náutico num Município é um equipamento urbano com a mesma importância de um estádio de futebol, um autódromo, um velódromo ou um pavilhão gimnodesportivo. Não deve ser confundido com uma marina. O Centro Náutico de Lisboa deverá ser concebido com capacidade para acolher várias actividades náuticas ligeiras, numa perspectiva “ecuménica”…
Voltarei a este assunto. Repare-se, por exemplo, que a Doca de Pedrouços não tem rampa de varadouro e será determinante que o Centro Náutico de Lisboa tenha uma grande rampa de varadouro, com uma área de parqueamento adjacente, para embarcações ligeiras.
Trata-se de uma organização conjunta da Câmara Municipal de Lisboa e da João Lagos Sports, assegurada através de uma parceria público-privada entre o Governo, através do Turismo de Portugal, a Câmara Municipal de Lisboa, através da Associação de Turismo de Lisboa, e a João Lagos Sports.
O Presidente da Câmara disse que “a participação da cidade será aproveitada para requalificar a frente-rio na zona da Doca de Pedrouços, atribuindo-lhe uma nova centralidade ribeirinha”
Está tudo muito bem. É pena é que a dita “centralidade ribeirinha” tenha já uma grande parte do seu espaço ocupado pela edifício do Centro de Investigação da Fundação Champalimaud, (ver o post de 17 de Abril de 2009)que bem podia ter sido construído noutra zona que não esta da Doca de Pedrouços que é a única (em conjunto com a zona de Santos, como já referi anteriormente) que resta à cidade de Lisboa para ter as instalações náuticas desportivas que há muito tempo a capital merece.
Será importante que a dita “nova centralidade ribeirinha” não se traduza apenas na instalação de uma marina com o respectivo investimento imobiliário em torno.
Recordo aqui uma parte daquilo que entendo dever ser o caderno de encargos de uma estrutura como a que vai nascer (ver o post de 14 de Dezembro passado):
Um Centro Náutico num Município é um equipamento urbano com a mesma importância de um estádio de futebol, um autódromo, um velódromo ou um pavilhão gimnodesportivo. Não deve ser confundido com uma marina. O Centro Náutico de Lisboa deverá ser concebido com capacidade para acolher várias actividades náuticas ligeiras, numa perspectiva “ecuménica”…
Voltarei a este assunto. Repare-se, por exemplo, que a Doca de Pedrouços não tem rampa de varadouro e será determinante que o Centro Náutico de Lisboa tenha uma grande rampa de varadouro, com uma área de parqueamento adjacente, para embarcações ligeiras.
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