Desde que iniciei o presente blog, tenho recebido alguns comentários sobre “posts” aqui publicados.
Nem sempre tenho publicado os comentários. Relativamente aos de amigos e conhecidos, o que tem acontecido é que, pessoalmente, conversamos sobre os comentários ou sobre o assunto objecto dos mesmos. Quanto aos de desconhecidos que aparentemente se identificam, geralmente tenho publicado os comentários e, quando adequado, em relação a comentários que eram perguntas, tenho enviado algumas mensagens directamente para os remetentes.
Quanto aos comentários de anónimos, há uns que não tenho publicado e que são aqueles que usam uma linguagem que entendo imprópria para publicação, por ordinária. Para além de ordinária, também insultuosa e difamatória em relação ao autor destas linhas.
Entre este último tipo de comentários encontram-se alguns em que o autor destas linhas era apodado de “chulo da vela portuguesa“. Segundo estes comentadores eu seria um “chulo da vela” por ter sido dirigente da Federação Portuguesa de Vela no ciclo olímpico 2005-2008 desempenhando essa função a tempo inteiro, enquanto recebia o meu ordenado de funcionário público (em termos previstos na legislação vigente). Estamos a falar do “chorudo” vencimento de um professor do ensino oficial, sendo que se o mesmo professor estivesse de facto na escola, trabalharia muito menos horas semanais recebendo o mesmo vencimento.
Adiante, mas não antes de referir que desempenhei aquelas funções sendo o único dirigente eleito remunerado, inclusivamente, durante um período em que a Federação não teve nos seus quadros um director geral nem um secretário geral, nem director técnico nacional.
Foram publicados no Diário da Republica, no passado dia 20 de Setembro de 2011, os Contratos-programa estabelecidos entre a Federação Portuguesa de Vela e o Instituto Português do Desporto e Juventude, que foram assinados pelos outorgantes com data de 8 de Setembro.
Num destes contratos, (o contrato nº 252) , verifica-se que actualmente a Federação Portuguesa de Vela não tem um, mas sim dois dirigentes eleitos remunerados e que tem ainda nos seus quadros um assessor de imagem e comunicação (remunerado) que não tinha no ciclo olímpico anterior, bem como um novo director geral (cargo que não existia no anterior ciclo olímpico) que aufere um vencimento que não tem qualquer semelhança, por superior, com o que auferiu em tempos o secretário geral da Federação, (até ao momento em que a Federação teve um secretário geral profissional, que deixou de ter durante o anterior ciclo olímpico), isto para não referir o cargo de director técnico nacional (contrato nº 253) que, no anterior ciclo, nunca esteve preenchido.
Concretamente, os referidos quadros auferem, de acordo com os Contratos –programa acima referidos, os seguintes vencimentos anuais:
Presidente da Federação (o 1º presidente remunerado da FPVela) – 55.630,44 €
Vice-presidente da Mesa da Assembleia Geral (que aparece no Contrato-programa como assessor jurídico da Federação, com um vencimento superior ao da anterior assessora jurídica e que actualmente desempenha a função de presidente da Mesa) – 14.760,00 €
Assessor de imagem e comunicação – 35.143,00 €
Director geral – 57.092,20 €
Director técnico nacional – 57.092,20 €
Posto isto e tendo em mente os comentários que recebi expondo uma grande preocupação com a existência de “chulos da vela portuguesa” pergunto-me se agora não irei receber mais uns quantos sobre a mesma temática.
10 de outubro de 2011
30 de setembro de 2011
Real Regatta de Canoas - 2 de Outubro de 2011

Realiza-se no Domingo, 2 de Outubro de 2011 (das 13h00 às 16h00), mais uma reconstituição histórica (a 6.ª do Séc. XXI) da Real Regatta das Canoas que se realizou pela primeira vez em 1845, uma homenagem da Família Real aos fragateiros, arrais, bordas d’Água e todas as gentes ligadas à faina do Tejo e dos campos do Tejo (varinos, avieiros, gaibéus, entre outros) que ajudaram na resistência e combate às invasões do Séc. XIX.
Na Praia de Pedrouços, no Forte do Bom Sucesso e em especial no rio Tejo, não deixem de assistir à partida ao ferro e velas em baixo e acompanhar o maior espectáculo do Mundo.
Na Praia de Pedrouços, no Forte do Bom Sucesso e em especial no rio Tejo, não deixem de assistir à partida ao ferro e velas em baixo e acompanhar o maior espectáculo do Mundo.
12h30 – Chegada das embarcações à Praia de Pedrouços
13h00-13h30 – Ao ferro, na praia, nas posições sorteadas
14h00 – Sinal para a largada das “faluas e canoas” rumo ao Montijo
14h05 – Sinal para a largada dos “catraios” rumo ao Montijo
14h10 – Sinal para a largada das “embarcações em passeio” rumo ao Montijo
16h00 – Hora prevista da chegada das primeiras embarcações à “Linha de Chegada” no Montijo
17h00 – Regresso das embarcações aos portos de origem ou pernoita no Montijo
13h00-13h30 – Ao ferro, na praia, nas posições sorteadas
14h00 – Sinal para a largada das “faluas e canoas” rumo ao Montijo
14h05 – Sinal para a largada dos “catraios” rumo ao Montijo
14h10 – Sinal para a largada das “embarcações em passeio” rumo ao Montijo
16h00 – Hora prevista da chegada das primeiras embarcações à “Linha de Chegada” no Montijo
17h00 – Regresso das embarcações aos portos de origem ou pernoita no Montijo
11 de setembro de 2011
II Exposição Gamma de Fotografia
O Grupo de Amigos do Museu de Marinha (GAMMA) vai levar a cabo a sua "II Exposição GAMMA de Fotografia" que terá lugar naquele Museu em 2012.DATAS DO CONCURSO E DATAS LIMITE:
INSCRIÇÕES (Concorrentes e fotos) – Sexta feira, 15 de Novembro de2011.
ENTREGA DAS FOTOGRAFIAS - Sexta feira, 13 de Janeiro de 2012
INAUGURAÇÃO EXPOSIÇÃO – 1.ª Terça feira de Fevereiro - 07 de Fevereiro de 2012ENTREGA DE DIPLOMAS – Sábado, 31 de Março de 2012.
ENCERRAMENTO – 1.º Domingo de Abril, 1 de Abril de 2012
Para mais informações e para obter o regulamento, contactar gamma@iol.pt
IDP atribui verbas à Federação Portuguesa de Vela
Recentemente o Instituto do Desporto de Portugal (IDP) atribuiu de novo verbas à Federação Portuguesa de Vela, em sede de 3 contratos-programa, conforme se lê nas notícias na imprensa, entre elas aqui nesta, no jornal Record. Deduzo que estes 3 contratos-programa dirão respeito à Preparação Olímpica, ao Alto Rendimento e às Actividades Regulares.
Este facto não me surpreende nada atendendo, por um lado, ao modo como se tem vindo a desenvolver a saga da Federação Portuguesa de Vela que tenho vindo a descrever e, por outro lado, ao país e nação que somos.
Enfim, como costuma dizer um velejador meu amigo, "é a democracia a funcionar no seu melhor...".
Porém, a saga da Federação Portuguesa de Vela não está concluída. Efectivamente há diversos processos a decorrer ainda nos tribunais, àcerca de diversos episódios, digamos rocambolescos, ocorridos em sucessivas ditas assembleias gerais da Federação.
Aguardemos, por isso, os novos desenvolvimentos. Desenvolvimentos estes que, no respeitante aos tribunais, precisamente pelas características da nação que somos, ainda irão demorar algum tempo a ocorrer...
Este facto não me surpreende nada atendendo, por um lado, ao modo como se tem vindo a desenvolver a saga da Federação Portuguesa de Vela que tenho vindo a descrever e, por outro lado, ao país e nação que somos.
Enfim, como costuma dizer um velejador meu amigo, "é a democracia a funcionar no seu melhor...".
Porém, a saga da Federação Portuguesa de Vela não está concluída. Efectivamente há diversos processos a decorrer ainda nos tribunais, àcerca de diversos episódios, digamos rocambolescos, ocorridos em sucessivas ditas assembleias gerais da Federação.
Aguardemos, por isso, os novos desenvolvimentos. Desenvolvimentos estes que, no respeitante aos tribunais, precisamente pelas características da nação que somos, ainda irão demorar algum tempo a ocorrer...
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13 de agosto de 2011
A Federação Portuguesa de Vela e a America's Cup
Será este mais um facto indiciador de que a Federação Portuguesa de Vela se transformou num fantasma?
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27 de junho de 2011
Genuíno Madruga e o "Mundo que eu vi"
Estamos não só perante um verdadeiro homem do mar, um verdadeiro marinheiro, mas também perante o mais notável velejador de cruzeiro português de sempre .
Para aqueles menos conhecedores destas coisas, realço que esta circum-navegação em solitário de Genuíno Madruga, de Leste para Oeste, pelo cabo Horn e o de Boa Esperança, foi a primeira realizada por um português que se inclui assim no escassíssimo número de velejadores que concretizaram tal feito. Foi também o primeiro português a rondar o Cabo Horn em solitário (independentemente do sentido da rondagem).
Para a grande maioria dos cidadãos (e cidadãs) portugueses/as o nome "Genuíno Madruga", seguramente, não diz nada. Mas a grande maioria conhece, seguramente, nomes de vários jogadores de futebol . Será que somos um país de marinheiros... ou de gente do mar??
O livro, uma edição da VerAçor, tem muitas fotografias e está escrito para todos, isto é, não se trata de uma obra de carácter técnico na linguagem "esotérica" que as gentes do mar usam
mas sim de uma obra em que o autor, tal como o título diz, descreve ao leitor o mundo que viu e, (eu diria) que viveu nesta viagem.
mas sim de uma obra em que o autor, tal como o título diz, descreve ao leitor o mundo que viu e, (eu diria) que viveu nesta viagem.
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24 de junho de 2011
João Rodrigues faz travessia Madeira - Selvagens em prancha à vela
João Rodrigues, o decano dos velejadores olímpicos portugueses (que tenho o privilégio de conhecer pessoalmente desde a sua primeira campanha olímpica para Barcelona 92), realizou recentemente a primeira travessia Madeira (Caniçal) - Selvagens, em prancha à vela
Dez horas de travessia, a uma velocidade de record.
Sem dúvida que João Rodrigues, para além de decano dos olímpicos (Londres 2012 vai ser a sua 6ª participação olímpica) e de campeão com vários títulos ao mais alto nível internacional (campeão mundial... campeão europeu...diplomas olímpicos...) é, antes do mais, um homem do mar .
Podemos ver e ouvir aqui uma sua entrevista à RTP, de mais de meia hora, onde nos fala dele, desta sua travessia e também das últimas vicissitudes do programa de preparação olímpica no que à vela diz respeito.
Dez horas de travessia, a uma velocidade de record.
Sem dúvida que João Rodrigues, para além de decano dos olímpicos (Londres 2012 vai ser a sua 6ª participação olímpica) e de campeão com vários títulos ao mais alto nível internacional (campeão mundial... campeão europeu...diplomas olímpicos...) é, antes do mais, um homem do mar .
Podemos ver e ouvir aqui uma sua entrevista à RTP, de mais de meia hora, onde nos fala dele, desta sua travessia e também das últimas vicissitudes do programa de preparação olímpica no que à vela diz respeito.
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Vela
16 de junho de 2011
Carta aberta ao presidente da Federação Portuguesa de Vela
No passado dia da Srª de Fátima (13 de Maio de 2011) realizou-se, como se sabe, mais uma reunião da "pseudo" Assembleia Geral da Federação Portuguesa de Vela. De triste memória, tal como várias outras reuniões do mesmo colectivo, cuja disfuncionalidade se acentuou gravemente nos últimos tempos. De triste memória, entre outros factos, pelo ilícito cometido ao deliberar sobre matéria que não constava na ordem de trabalhos sem que tenham sido, para o efeito, cumpridas as normas regulamentares.
Adiante.
No passado dia de Santo António (13 de Junho de 2011), um delegado de um clube presente na referida reunião, que a certa altura se viu "proibido" de continuar a participar na mesma, produziu uma carta aberta dirigida ao presidente da Federação Portuguesa de Vela.
É um documento bastante extenso, que não me surpreende pelo seu conteúdo, tal como não surpreenderá todos aqueles que, desinteressadamente e por paixão, se preocupam com os destinos da vela desportiva portuguesa.
O que, não me surpreendendo, me é difícil de aceitar é que num país que se diz um país europeu e um país de direito (para não dizer um país de marinheiros ou de gente do mar) seja possível ocorrerem sucessivamente episódios como os que, de forma bastante exaustiva, se relatam na referida carta aberta. Podemos lê-la aqui.
Quem se interessa pelo que se passa no seio da Federação Portuguesa de Vela, designadamente, no seio dos seus órgãos sociais e da sua Assembleia Geral disfuncional, tem aqui um excelente documento de estudo.
Adiante.
No passado dia de Santo António (13 de Junho de 2011), um delegado de um clube presente na referida reunião, que a certa altura se viu "proibido" de continuar a participar na mesma, produziu uma carta aberta dirigida ao presidente da Federação Portuguesa de Vela.
É um documento bastante extenso, que não me surpreende pelo seu conteúdo, tal como não surpreenderá todos aqueles que, desinteressadamente e por paixão, se preocupam com os destinos da vela desportiva portuguesa.
O que, não me surpreendendo, me é difícil de aceitar é que num país que se diz um país europeu e um país de direito (para não dizer um país de marinheiros ou de gente do mar) seja possível ocorrerem sucessivamente episódios como os que, de forma bastante exaustiva, se relatam na referida carta aberta. Podemos lê-la aqui.
Quem se interessa pelo que se passa no seio da Federação Portuguesa de Vela, designadamente, no seio dos seus órgãos sociais e da sua Assembleia Geral disfuncional, tem aqui um excelente documento de estudo.
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14 de junho de 2011
Os velejadores olímpicos e o presidente da Federação Portuguesa de Vela
O velejador olímpico Gustavo Lima (4º lugar nos J.O. de 2008) aparece agora a tecer críticas ao presidente e à Direcção da Federação Portuguesa de Vela. Podemos ouvir aqui.
Por outro lado os restantes 14 velejadores actualmente envolvidos no Projecto Londres 2012 também apareceram recentemente com um comunicado público em que se queixam pelo facto de terem deixado de receber as verbas previstas no contrato que têm assinado com a Federação. Estou a recordar-me de que um dos argumentos (ou talvez o principal) que o actual presidente da Federação apresentou aquando da sua candidatura ao cargo, em Setembro de 2008, foi o de que a Federação Portuguesa de Vela necessitava de ser dirigida por um presidente profissional. (De facto este é o primeiro presidente com ordenado nesta Federação..., de acordo com o que a Assembleia Geral da instituição democraticamente deliberou).
Deduzo que os velejadores envolvidos no Projecto Londres 2012 devem estar com saudades dos tempos em que a Federação Portuguesa de Vela tinha ao leme presidentes amadores.
Poderíamos também discutir se o facto de se auferir um vencimento numa determinada função é sinónimo de profissionalismo no exercício da mesma, mas essa é outra questão que seria ocioso tratar agora aqui.
Por outro lado os restantes 14 velejadores actualmente envolvidos no Projecto Londres 2012 também apareceram recentemente com um comunicado público em que se queixam pelo facto de terem deixado de receber as verbas previstas no contrato que têm assinado com a Federação. Estou a recordar-me de que um dos argumentos (ou talvez o principal) que o actual presidente da Federação apresentou aquando da sua candidatura ao cargo, em Setembro de 2008, foi o de que a Federação Portuguesa de Vela necessitava de ser dirigida por um presidente profissional. (De facto este é o primeiro presidente com ordenado nesta Federação..., de acordo com o que a Assembleia Geral da instituição democraticamente deliberou).
Deduzo que os velejadores envolvidos no Projecto Londres 2012 devem estar com saudades dos tempos em que a Federação Portuguesa de Vela tinha ao leme presidentes amadores.
Poderíamos também discutir se o facto de se auferir um vencimento numa determinada função é sinónimo de profissionalismo no exercício da mesma, mas essa é outra questão que seria ocioso tratar agora aqui.
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A Utilidade Pública Desportiva da Federação Portuguesa de Vela
Foi publicado no Diário da República o Despacho do Secretário de Estado da Juventude e do Desporto levantando a suspensão da Utilidade Pública Desportiva da Federação Portuguesa de Vela. Podemos lê-lo aqui.
Este Despacho causa-me uma certa estupefacção.
É muito curioso verificar-se que se fundamenta em três escrituras de estatutos da FPV, sendo a primeira delas (efectuada em 30 de Abril de 2010) respeitante às alterações estatutárias votadas na AG de 02.10.2009. Acontece que o Despacho do Secretário de Estado que suspendeu o Estatuto UPD à Federação invocou a nulidade da mesma AG. (A acta registava mais votos do que votantes credenciados...).
Por outro lado, a terceira escritura diz respeito a alterações de estatutos que se terão verificado na sequência de deliberações da AG da Federação reunida no passado dia 13 de Maio de 2011.
Ora, acontece que na ordem de trabalhos dessa reunião da AG não constava nenhum ponto respeitante a alterações de estatutos...pelo que as deliberações ali havidas sobre o assunto são ilícitas.
Comentários, para quê???
Prevejo que a saga da alteração dos estatutos da Federação Portuguesa de Vela e do seu Estatuto de Utilidade Pública Desportiva vai continuar...
Tenho pena. Continua a perder a vela e os velejadores portugueses.
Este Despacho causa-me uma certa estupefacção.
É muito curioso verificar-se que se fundamenta em três escrituras de estatutos da FPV, sendo a primeira delas (efectuada em 30 de Abril de 2010) respeitante às alterações estatutárias votadas na AG de 02.10.2009. Acontece que o Despacho do Secretário de Estado que suspendeu o Estatuto UPD à Federação invocou a nulidade da mesma AG. (A acta registava mais votos do que votantes credenciados...).
Por outro lado, a terceira escritura diz respeito a alterações de estatutos que se terão verificado na sequência de deliberações da AG da Federação reunida no passado dia 13 de Maio de 2011.
Ora, acontece que na ordem de trabalhos dessa reunião da AG não constava nenhum ponto respeitante a alterações de estatutos...pelo que as deliberações ali havidas sobre o assunto são ilícitas.
Comentários, para quê???
Prevejo que a saga da alteração dos estatutos da Federação Portuguesa de Vela e do seu Estatuto de Utilidade Pública Desportiva vai continuar...
Tenho pena. Continua a perder a vela e os velejadores portugueses.
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