17 de julho de 2012
A memória dos bacalhoeiros - Uma contribuição para a sua história
" A Memória dos Bacalhoeiros - Uma contribuição para a sua História ", publicado pela Editorial Presença (neste caso edição de 1999), é uma obra da autoria de António Marques da Silva. Não é um romance, como se torna evidente pelo título do livro, mas sim um relato feito por alguém que sabe do que fala, porque viveu as situações, dado que António Marques da Silva foi comandante do Gazela Primeiro desde 1958 até 1964. Leitura muito interessante para quem estiver interessado em ter uma noção do que era a pesca do bacalhau feita pelos portugueses nos bancos da Terra Nova. O livro está ilustrado com muitas fotos da época. Se lermos também a obra de Alan Villiers (que apresentei aqui num post em 24 de Maio de 2009) relatando uma campanha no Argus, ficamos já com uma noção muito completa do que era a Faina Maior.
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13 de julho de 2012
História da Vela em Cascais
"História da Vela em Cascais, da primeira regata à internacionalização" da autoria de João Miguel Henriques, Olga Bettencourt e Teresa Ramirez, foi publicado em 2007, um pouco antes da realização dos Mundiais de Vela de Classes Olímpicas que occorreram naquele ano em Cascais.
Publicação das Edições INAPA, que contou com o apoio da Câmara Municipal de Cascais.
Trata-se de uma obra muito interessante para quem procurar saber sobre a génese da prática dos desportos náuticos em Portugal. De facto, neste livro não se trata apenas da história da vela em Cascais, mas da história de vários desportos náuticos em Portugal e, especialmente, na zona de Lisboa e de Cascais que foi onde a sua prática realmente se iniciou no nosso país. Um aspecto, entre muitos outros, que se torna evidente ao lermos este livro é o facto de o Clube Naval de Lisboa (na época o Real Club Naval de Lisboa) ter sido um dos "progenitores" do Clube Naval de Cascais, se não o principal. Na actualidade, curiosamente, o Clube Naval de Cascais é o maior clube de vela português, enquanto o Clube Naval de Lisboa, com um escassíssimo número de praticantes e em instalações degradadas, luta pela sua não extinção. São as voltas que a História dá...
Publicação das Edições INAPA, que contou com o apoio da Câmara Municipal de Cascais.
Trata-se de uma obra muito interessante para quem procurar saber sobre a génese da prática dos desportos náuticos em Portugal. De facto, neste livro não se trata apenas da história da vela em Cascais, mas da história de vários desportos náuticos em Portugal e, especialmente, na zona de Lisboa e de Cascais que foi onde a sua prática realmente se iniciou no nosso país. Um aspecto, entre muitos outros, que se torna evidente ao lermos este livro é o facto de o Clube Naval de Lisboa (na época o Real Club Naval de Lisboa) ter sido um dos "progenitores" do Clube Naval de Cascais, se não o principal. Na actualidade, curiosamente, o Clube Naval de Cascais é o maior clube de vela português, enquanto o Clube Naval de Lisboa, com um escassíssimo número de praticantes e em instalações degradadas, luta pela sua não extinção. São as voltas que a História dá...
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11 de julho de 2012
Fernão de Magalhães, a primeira viagem à volta do mundo...
E, já agora, uma curiosidade a reter:
O primeiro homem a fazer uma viagem de circum-navegação, que se saiba, não foi evidentemente Fernão de Magalhães, que foi morto antes de a concluir. Foi Henrique, um escravo de Fernão de Magalhães...
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19 de junho de 2012
Fernão de Magalhães, para além do fim do mundo
"Fernão de Magalhães, para além do fim do mundo", de Laurence Bergreen é uma leitura muito interessante para qualquer português e não só. Dá-nos uma visão sobre a época, a vida e o empreendimento de Fernão de Magalhães, muito mais abrangente do que as que se obtêm nos trabalhos de outros autores portugueses. Sobretudo muito mais abrangente do que a que constava nos meus livros de História do meu tempo de liceu. Seguramente que contribui para isso o facto de o autor ser americano. Não se trata, todavia, de uma "americanice", mas sim de um trabalho muito sério de um autor não espartilhado pelas condicionantes com que estiveram espartilhados muitos historiadores portugueses ao longo do século vinte, sobretudo os autores de livros escolares ou de outras obras de divulgação, ou de programas em televisão. Obra publicada pela Bertrand Editora.
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18 de junho de 2012
O Kiteboard ou Kitesurf modalidade olímpica no Rio 2016
Ora aí está!
A federação internacional de vela (ISAF) na sua reunião a meio do ano de 2012 deliberou sobre quais as especialidades da vela a integrar no programa dos Jogos Olímpicos Rio 2016.
O Kiteboard (também designado por Kitesurf) é uma delas!
Escusado será dizer que, se esta especialidade da vela vai estar nos Jogos Rio 2016 dentro da modalidade vela, em Portugal a entidade reguladora desta modalidade olímpica será a Federação Portuguesa de Vela, como não podia deixar de ser.
Pena é que a actual Direcção da Federação Portuguesa de Vela não manifeste nenhum interesse prático pelo enquadramento desta especialidade da vela. Para que isso acontesse seria necessário que a Direcção e o Presidente da Federação Portuguesa de Vela tivessem uma visão aberta e moderna do desporto da vela e do desporto em geral, bem como do papel de uma Federação Desportiva Nacional UPD no desenvolvimento do desporto em Portugal. Infelizmente parece-me que não é o caso e que existe outro tipo de objectivos para os actuais dirigentes daquela federação.
Dá-se também o caso de, no seio da Direcção da Federação de Vela não haver ninguém com o mínimo de conhecimento na área do Kiteboard. Seria necessário criar-se na Federação uma Comissão ou um Gabinete vocacionado para o Kiteboard, com as inerentes competências na área da arbitragem e na área da formação de treinadores.
Estou muito curioso para ver o que vai acontecer!
Para quem tenha dúvidas de que o Kiteboard é vela, sugiro que vejam o meu "post" de 15 de Julho de 2009 aqui no Portugalpromar.
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30 de março de 2012
A Madeira, a floricultura e os desportos náuticos
Neste caso trata-se de um conjunto de peculiar beleza paisagística, a que as fotos que tirei não fazem a devida justiça, constituído por um arranjo em linha, formado por seis veleiros da classe J22 importados, creio eu, da República da África do Sul. O vermelho vivo das flores constrasta magnificamente com a alvura dos veleiros, com os seus seis mastros rigorosamente alinhados, tudo realçado pela beleza da falésia próxima e pela quietude da paisagem marinha envolvente.
Um amigo que me acompanhava, perito agrónomo, explicou-me que para se conseguir aquele belo efeito, seguramente que os veleiros já se encontrariam ali colocados junto às plantas há, pelo menos, dois anos.
O projecto promete ainda muito mais, esperando-se que as plantas cubram completamente os barcos e, sobretudo, se expandam pelas mastreações interligando os veleiros, formando como que uma falésia de Buganvílias paralela à falésia propriamente dita.
Louvável iniciativa esta!
Todavia penso que não se trata de um projecto da iniciativa do empreendimento da Quinta do Lorde, embora tudo indique que tenha o patrocínio desta empresa. Trata-se seguramente de um projecto de Estado uma vez que, tanto quanto sei, aquelas embarcações, que se encontram praticamente como novas, foram adquiridas pelo Governo Regional. Dinheiro muito bem empregue!
Por associação de ideias ocorrem-me algumas frases para meditação:
- Primeira: "Portugal é um país de marinheiros";
- Segunda: "Dá Deus nozes a quem não tem dentes";
- Terceira: "Como alimentar porcos a pérolas";
- Quarta: "A cultura de Buganvílias e a crise económica e financeira nacional".
Conheço no país muita gente e muitos clubes náuticos que bem gostariam de ter um daqueles J22. Mas de facto não os mereceriam porque, seguramente, nunca iriam com eles fazer assim uma coisa tão bonita de se ver.
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6 de março de 2012
Náutica de Recreio em Portugal
Trata-se de uma das mais recentes "aquisições" para a minha biblioteca, ou não fosse eu também um membro do Forum Permanente para os Assuntos do Mar.
É um trabalho sério, recentemente publicado, que compila um conjunto de dados sobre a náutica de recreio em Portugal, e não só.
Todavia a parte mais interessante é o conjunto de propostas de actuação e de planos de acção, com os respectivos objectivos operacionais devidamente explicitados que constituem matéria que deveria ser de leitura obrigatória para membros do governo, deputados da Assembleia da República, autarcas, capitães dos portos, professores, industriais e comerciantes da náutica de recreio, dirigentes desportivos de federações de desportos náuticos e respectivos treinadores, aos quais deveria ser perguntado, dentro de algum tempo, o que é que cada um fez concretamente no âmbito da realização das ditas propostas de acção.
É o que se me oferece propor ao Grupo de Trabalho da Náutica de Recreio: que não pare por aqui e que dentro de um ano ou dois proceda à apresentação de um Relatório sobre a concretização das acções agora propostas.
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29 de janeiro de 2012
Promoção da Náutica em Portugal
Recebi a informação de que nos próximos dias 8 a 12 de Fevereiro, por ocasião da Nauticampo, em Lisboa, numa organização conjunta do Gabinete do Secretário de Estado do Mar, AIP/FIL, Turismo de Portugal, Fórum Empresarial da Economia do Mar e Oceano XXI, vai realizar-se uma série de conferências e seminários de promoção da Náutica em Portugal.
A entrada é livre, mas é necessário fazer-se pré-inscrição até ao próximo dia 3 de Fevereiro no site http://www.fem.pt/Nauticampo2012, uma vez que o número de lugares é limitado.
Acho o programa muito curioso. Diversos dos palestrantes também me despertam a curiosidade, por motivos de ordem vária...
Seria importante que aqueles que verdadeiramente praticam e se interessam pela náutica de recreio em Portugal se inscrevessem e participassem contribuindo assim para que não se trate apenas de mais umas palestras e seminários sobre construção civil em Portugal.
A entrada é livre, mas é necessário fazer-se pré-inscrição até ao próximo dia 3 de Fevereiro no site http://www.fem.pt/Nauticampo2012, uma vez que o número de lugares é limitado.
Acho o programa muito curioso. Diversos dos palestrantes também me despertam a curiosidade, por motivos de ordem vária...
Seria importante que aqueles que verdadeiramente praticam e se interessam pela náutica de recreio em Portugal se inscrevessem e participassem contribuindo assim para que não se trate apenas de mais umas palestras e seminários sobre construção civil em Portugal.
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23 de janeiro de 2012
Laura Dekker concluiu a sua volta ao mundo
Laura Dekker concluiu a sua volta ao mundo em solitário, ainda antes de completar 17 anos de idade. Podemos ver notícias sobre o facto em vários sítios. Entre eles aqui. Em várias notícias é identificada como Neo Zelandeza. De facto é Neo Zelandeza porque nasceu para aqueles lados, quando os pais andavam a fazer uma volta ao mundo à vela. Mas é também Holandesa e foi nessa qualidade que mais se ouviu falar dela, a propósito da polémica que as autoridades holandesas levantaram, objectando à sua largada. Largada esta que, conforme estamos recordados, foi mais aqui para os lados da costa sul de Portugal mas que, afinal, acabou por não ser formalmente em Portugal dado que as autoridades portuguesas, deste país que se diz de marinheiros, pretendiam também colocar obstáculos à sua largada. Bem haja Laura Dekker pelo seu feito!
Todavia sou mais fá da australiana Jessica Watson, que acabou em 2010 a sua volta ao mundo em solitário, também antes de completar 17 anos de idade, só que Jessica fez uma circum navegação non stop, o que é um feito bem diferente do "passeio" com escalas de Laura Dekker. Laura explica que está um bocado aborrecida com as autoridades holandesas e que, por isso, se calhar vai para a Nova Zelândia, optando pela cidadania Neo Zelandeza. Se fosse eu, fazia o mesmo. Acho a Nova Zelândia muito mais bonita do que a Holanda e, sobretudo, é um país de marinheiros e de velejadores!
E se fosse em Portugal?? Em Portugal, como sabemos, legalmente só se pode navegar legalmente como patrão de uma embarcação em navegação oceânica com a idade mínima de , imagine-se..., 20 anos!!
Será por Portugal ser um país de marinheiros???
Para não falarmos noutra questão que é a de Laura Dekker, seguramente, não ter utilizado o sextante na sua circum-navegação, sendo que a matéria do curso de patrão de alto mar em Portugal que é feito essencialmente sentado à mesa, numa sala, praticamente, é só navegação astronómica com o sextante!!
Por outro lado, na prática, para se obter uma carta de patrão de alto mar em Portugal e poder-se, legalmente, ir fazer uma volta ao mundo à vela, não é necessário saber-se velejar...
Com efeito, há muitos portadores de carta de patrão de alto mar, que obtiveram as suas cartas licitamente e com excelentes notas no exame, que não sabem velejar.
Acho isto tudo uma delícia...
Todavia sou mais fá da australiana Jessica Watson, que acabou em 2010 a sua volta ao mundo em solitário, também antes de completar 17 anos de idade, só que Jessica fez uma circum navegação non stop, o que é um feito bem diferente do "passeio" com escalas de Laura Dekker. Laura explica que está um bocado aborrecida com as autoridades holandesas e que, por isso, se calhar vai para a Nova Zelândia, optando pela cidadania Neo Zelandeza. Se fosse eu, fazia o mesmo. Acho a Nova Zelândia muito mais bonita do que a Holanda e, sobretudo, é um país de marinheiros e de velejadores!
E se fosse em Portugal?? Em Portugal, como sabemos, legalmente só se pode navegar legalmente como patrão de uma embarcação em navegação oceânica com a idade mínima de , imagine-se..., 20 anos!!
Será por Portugal ser um país de marinheiros???
Para não falarmos noutra questão que é a de Laura Dekker, seguramente, não ter utilizado o sextante na sua circum-navegação, sendo que a matéria do curso de patrão de alto mar em Portugal que é feito essencialmente sentado à mesa, numa sala, praticamente, é só navegação astronómica com o sextante!!
Por outro lado, na prática, para se obter uma carta de patrão de alto mar em Portugal e poder-se, legalmente, ir fazer uma volta ao mundo à vela, não é necessário saber-se velejar...
Com efeito, há muitos portadores de carta de patrão de alto mar, que obtiveram as suas cartas licitamente e com excelentes notas no exame, que não sabem velejar.
Acho isto tudo uma delícia...
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9 de janeiro de 2012
Continuação da saga da Federação Portuguesa de Vela
Mariana Lobato, velejadora que integra a tripulação que qualificou recentemente Portugal para participar nos Jogos Olímpicos na categoria de Match Racing Feminino, por via do brilhante 11º lugar obtido em Dezembro de 2011 no campeonato mundial, viu recentemente publicada pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Vela a decisão sobre o processo disciplinar que lhe fora movido.
Mais uma vez verifica-se uma acção espectacular, na medida em que aquele douto órgão se posiciona como tendo competências de Ministério Público quando diz que “…da prova resulta bem claro que a arguida Mariana Lobato, atleta sénior portadora da Licença Desportiva 9839, violou as disposições contidas nos artigos 180.º, 181.º e 183.º, todos do Código Penal…”, conforme podemos ver aqui, no sítio da Federação na internet. Enuncia ainda aquele órgão, na sua decisão, uma série de artigos do Regulamento Disciplinar da Federação, que Mariana Lobato teria infringido.
Foi aplicada a Mariana uma pena de suspensão de dois anos da actividade desportiva mas com pena suspensa uma vez que, afinal, a velejadora já faz praticamente parte dos participantes nos próximos Jogos Olímpicos facto que, digo eu, meteu algum respeito ao douto Conselho de Disciplina.
Todavia, não nos esqueçamos de que Gustavo Lima, também na procura de um lugar para Londres 2012, está analogamente a ser alvo de processo disciplinar. Aguardo a decisão com expectativa. Terá Gustavo Lima também infringido o Código Penal Português? (Nos meus escassos conhecimentos de leis eu pensava que estas coisas se decidiam nos tribunais, mas pelos vistos não, o Conselho de Disciplina da FPV também tem competência para julgar e produzir sentenças no âmbito do Código Penal…). Irá Gustavo Lima ser suspenso também por um largo período? Mas, no caso de Gustavo, o Conselho de Disciplina não tem o mesmo alibi para lhe aplicar “pena suspensa” (Gustavo Lima não tem ainda assegurada a sua participação nos próximos Jogos Olímpicos). Será que vai suspendê-lo, interrompendo-lhe assim a carreira de velejador internacional ao mais alto nível?
Aguardemos os próximos episódios.
Mais uma vez verifica-se uma acção espectacular, na medida em que aquele douto órgão se posiciona como tendo competências de Ministério Público quando diz que “…da prova resulta bem claro que a arguida Mariana Lobato, atleta sénior portadora da Licença Desportiva 9839, violou as disposições contidas nos artigos 180.º, 181.º e 183.º, todos do Código Penal…”, conforme podemos ver aqui, no sítio da Federação na internet. Enuncia ainda aquele órgão, na sua decisão, uma série de artigos do Regulamento Disciplinar da Federação, que Mariana Lobato teria infringido.
Foi aplicada a Mariana uma pena de suspensão de dois anos da actividade desportiva mas com pena suspensa uma vez que, afinal, a velejadora já faz praticamente parte dos participantes nos próximos Jogos Olímpicos facto que, digo eu, meteu algum respeito ao douto Conselho de Disciplina.
Todavia, não nos esqueçamos de que Gustavo Lima, também na procura de um lugar para Londres 2012, está analogamente a ser alvo de processo disciplinar. Aguardo a decisão com expectativa. Terá Gustavo Lima também infringido o Código Penal Português? (Nos meus escassos conhecimentos de leis eu pensava que estas coisas se decidiam nos tribunais, mas pelos vistos não, o Conselho de Disciplina da FPV também tem competência para julgar e produzir sentenças no âmbito do Código Penal…). Irá Gustavo Lima ser suspenso também por um largo período? Mas, no caso de Gustavo, o Conselho de Disciplina não tem o mesmo alibi para lhe aplicar “pena suspensa” (Gustavo Lima não tem ainda assegurada a sua participação nos próximos Jogos Olímpicos). Será que vai suspendê-lo, interrompendo-lhe assim a carreira de velejador internacional ao mais alto nível?
Aguardemos os próximos episódios.
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